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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Monstruosidade:Em vídeo padrasto diz como matou menino a mando da mãe


No vídeo, divulgado,Renato aparece algemado, no local do assassinato. Ele explicou para o delegado que tentou asfixiar o enteado várias vezes, usando as mãos, um lençol e até o cinto. Assista
De acordo com a policia civil, após três horas de interrogatório, e tendo em vista terem-lhe sido apresentadas todas as incongruências de sua versão, Renato acabou confessando ter sido o autor do homicídio de Antônyo. Ele afirmou tê-lo feito a pedido de Jeannie, que, segundo o homicida, não queria mais ter quaisquer responsabilidades sobre a criança. Ele afirmou ainda que a companheira estava “cansada e doente”, que “não aguentava mais o filho”, e desejava que Renato “se livrasse dele”.
O executor da ação criminosa declarou ter matado Antônyo por esganadura seguida de enforcamento. Após o homicídio, Renato teria transportado o corpo em uma caixa de papelão até um lote baldio não muito distante do local da consumação do crime, onde deixou o corpo. Na noite de sábado, o próprio Renato levou os policiais da Deic para o local, no qual o corpo foi, de fato, encontrado.
De acordo com o delegado Valdemir Pereira, Renato e Jeannie serão indiciados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime, cujas penas previstas são de, respectivamente, 12 a 30 anos, um a três anos e um a seis meses, além de pagamento de multa.
Assista abaixo um video onde o padrasto narra como cometeu o crime que abalou o estado de Goiás.


Plantão JTI

Ato contra Temer em Brasília tem confronto; prédios da Esplanada são evacuados


Ministérios foram depredados. PM estimava 35 mil manifestantes até as 15h50; organização não informou número.
Enquanto bombeiros se aproximam, manifestantes jogam pedaços de pau e uma pessoa se feriu no rosto (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)
Houve depredações e confronto entre a polícia e manifestantes em um protesto em Brasília nesta quarta-feira (24). Um grupo colocou fogo no Ministério da Agricultura, mas o incêndio já foi controlado. Servidores dos ministérios receberam ordens de evacuar os prédios por volta das 15h30. A PM atirou balas de borracha e gás lacrimogênio, enquanto manifestantes atiravam pedras e tentavam avançar em direção ao Congresso.
Os manifestantes pedem a renúncia do presidente Michel Temer e criticam as reformas trabalhista e da Previdência. Às 15h50, havia cerca de 35 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, segundo a PM. A organização do protesto não informou o número.
Quatro pessoas foram detidas e uma ficou ferida por arma de fogo, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Um dos presos é um professor do Espírito Santo que estava acompanhado da filha, menor de idade. Três dos detidos portavam entorpecentes e arma branca, segundo a Polícia Militar.
O governo autorizou o uso de tropas federais para conter o protesto.
Computadores foram quebrados no Ministério da Cultura (Foto: Letícia Carvalho/G1)
Por causa do tumulto, boa parte dos manifestantes começou a deixar a Esplanada dos Ministérios por volta das 16h15.
Danos a ministérios
Nesta tarde, vários atos de vandalismo foram registrados ao longo da Esplanada dos Ministérios. Houve incêndio no Ministério da Agricultura. Equipes do Corpo de Bombeiros foram ao local e informaram que o fogo foi extinto por volta das 16h15.
Também foram danificados os prédios da Fazenda, Minas e Energia, Planejamento e Turismo, além do Museu da República e Catedral Metropolitana. Fachadas foram pichadas com palavras de ordem como "fora, Temer" e "diretas já".
Grupos também quebraram vidraças e refletores. Pastas e documentos foram retirados dos ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, que dividem o mesmo prédio. Objetos também foram queimados em frente ao Ministério da Saúde.
Ministério da Agricultura foi alvo de depredação (Foto: Letícia Carvalho/G1)
A confusão começou por volta das 14h, quando ativistas de rostos cobertos tentaram furar o cordão de revista policial, montado pela PM entre a rodoviária do Plano Piloto e a Esplanada dos Ministérios. Houve corre-corre, e os manifestantes conseguiram furar o bloqueio, entrando na área da manifestação com hastes de bandeiras, materiais explosivos e perfurantes. Segundo Polícia Militar, grupos levavam estilingues para atirar pedras contra policiais.
Imagens feitas no local mostram uma série de pessoas sendo imobilizadas e carregadas pelos policiais.
O início do ato
O protesto foi convocado por centrais sindicais e ativistas políticos e divulgado em redes sociais. Até o meio-dia, os organizadores não informavam estimativa de público. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF, o ato reunia 25 mil pessoas no entorno do estádio Mané Garrincha até as 11h30.
Ônibus chegaram ao estacionamento do estádio Mané Garrincha na noite de terça-feira (23) e manifestantes reunidos pela Força Sindical montaram acampamento próximo a Funarte e a Torre de TV. O presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos, Paulo Cayres, disse que a reunião de manifestantes em Brasília tem um forte peso.
"Estamos vindo mostrar que não concordamos com o que está sendo feito pelo governo. Não concordamos com as reformas, queremos eleições diretas e poder discutir sendo também sujeito do processo."
Inteiror do Ministério da Cultura após depredação (Foto: Yasmin Perna/G1)

De acordo a Força Sindical, vieram 41 ônibus de Santa Catarina, 51 de Goiás, 40 do Mato Grosso do Sul e 160 de Minas Gerais. Na Torre de TV e próximo a Funarte, a Polícia Militar estima 300 ônibus de várias localidades. A organização afirmou que as viagens estão sendo custeadas pelas centrais sindicais de cada estado.
Há manifestantes de diversas cidades de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. A liderança da Força Sindical informou que há cerca de 1,8 mil sindicatos representados. O Diretor Nacional de Educação Sindical Nova Central, disse que até às 10h, 6 mil pessoas estavam em Brasília representando a entidade.
Vidro quebrado no Ministério da Fazenda, em Brasília, durante ato contra Michel Temer (Foto: Alexandro Martello/G1)
“A intenção é demarcar contrariedade, rejeição à medida que tira direito dos trabalhadores.”
Alguns manifestantes carregam caixões para representar a morte dos direitos. Participantes da Força Sindical colocam faixas de “Fora Temer” e “Nenhum direito a menos” sob os caixões. O diretor financeiro do Sindicato dos Mototáxis de Brasília, Rubens de Almeida, informou que 120 motociclistas participam do ato.
Agentes penitenciários também carregam faixas contra a reforma da Previdência. Para o servidor Jairo César Rodrigues, o governo conseguiu unir as centrais sindicais. “Esse governo conseguiu unir as centrais em um só objetivo o que não aconteceria há muitos anos.”
Na manhã desta quarta, a Polícia Militar fiscalizou 53 ônibus ligados à Central Única dos Trabalhadores, vindos de Goiânia e do Pará. Segundo os policiais, foram recolhidas pedras, canos de PVC, hastes de madeira e um facão.
Manifestantes soltam bomba de fumaça na N1, no Eixo Monumental, durante ato contra governo Temer (Foto: Letícia Carvalho/G1)
Bernardo Piloto veio de Curitiba com a Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federais do Paraná para lutar contra um governo que ele diz considerar ilegítimo. " Queremos eleições diretas e não, de novo, um governo não eleito pelo povo."

*Participaram da cobertura os repórteres Graziele Frederico, Letícia Carvalho, Luiza Garonce, Mateus Rodrigues, Marília Marques, Beatriz Pataro, Elielton Lopes, Marina Oliveira e Yasmim Perna.
Por G1 DF*

Polícia prende dupla no RN suspeita de assassinar jovem de 15 anos a pauladas


Foto/Divulgação
A polícia prendeu, na manhã desta terça-feira 23, dois suspeitos de matar a pauladas um adolescente de 15 anos em julho de 2016.
Os agentes cumpriram mandados de prisão preventiva para levarem Edson Romário da Silva dos Santos, 23 anos (preso em um condomínio de Macaíba), e Flavio do Vale Nascimento, 24 anos (na zona Norte de Natal).
Apesar de não ter resistido à prisão, a dupla nega ter assassinado David dos Santos Rodrigues, morto no residencial Campinas, também em Macaíba, onde Edson Romário foi preso. A polícia, por sua vez, garante ter “provas consistentes” da autoria do crime atribuída aos dois.
Outros dois adolescentes suspeitos de envolvimento no crime também seguem sendo procurados.

NCO

Prefeitura no interior do RN lança edital de concurso com vagas de todos os níveis


Foto/Reprodução
A prefeitura de Martins no Oeste do estado, lançou edital de concurso para preenchimento de vagas em várias áreas.
As inscrições serão feitas pela internet a partir das 10h do dia 29 de maio até as 23h:59min do dia 18 de junho de 2017, pelo site cpcon.uepb.edu.br.
As inscrições terão valores de R$ 60,00 para cargos de nível fundamental, R$ 80,00 para os de nível médio e R$ 100,00 para os cargos de nível superior.
De acordo com o cronograma divulgado, as provas objetivas devem ser realizadas no dia 23 de julho.
Para conferir as vagas, salários, entre outras informações, CLIQUE AQUI e veja o edital completo.


NCO
   
   

Filho de Fernandinho Beira-Mar é preso na Paraíba em operação da Polícia Federal contra o tráfico


A Polícia Federal cumpre, desde às 6h desta quarta-feira (24), mandados de prisão em cinco estados e no Distrito Federal contra a quadrilha do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. O filho do traficante foi preso hoje na Paraíba.
Às 6h28, os agentes chegaram em um condomínio de luxo no bairro Vinte e Cinco de Agosto, em Duque de Caxias, onde mora Alessandra da Costa, irmã do traficante e apontada como sua conselheira. Contra Alessandra há um mandado de prisão por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Até as 6h45, também tinha sido preso um braço-direito do traficante.
Após um ano e meio de investigações, a PF descobriu que Beira-Mar, preso na Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, diversificou os negócios: os lucros agora vão além do tráfico de drogas. O criminoso controla máquinas de caça-níquel, venda de botijões de gás, cesta básica, mototáxi, venda de cigarros e até o abastecimento de água.
Os policiais cumprem 35 mandados de prisão, sendo 22 prisões preventivas e 13 temporárias, 27 de condução coercitiva e 86 de busca e apreensão nos estados do Rio, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Ceará e no Distrito Federal.
As principais áreas de atuação de Fernandinho Beira-mar são três comunidades de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense: favela Beira-Mar, Parque das Missões e Parque Boavista.
Segundo os investigadores, na denúncia que deu origem à investigação, foi descoberto que há uma grande quadrilha liderada pelo traficante que, mesmo preso no presídio Federal de Porto Velho, coordena o grupo por meio de mensagens escritas por meio de papel e por meio de aparelho celular.
Desde 2006, Fernandinho Beira-Mar está preso em uma penitenciária federal. Em 2007, a Polícia Federal investigou o criminoso e descobriu que, apesar da vigilância, ele manteve o fornecimento de drogas (maconha e cocaína) para favelas do Rio. A investigação da PF, na ocasião, levou 19 pessoas para a prisão.
A operação Fênix, como foi chamada, descobriu que Beira-Mar escolheu a mulher, Jacqueline Alcântara de Morais para sucedê-lo no comando da quadrilha. Na ocasião, 19 pessoas foram presas e condenadas pela Justiça Federal do Paraná.
Em condenações, o traficante acumula penas que somam quase 320 anos de prisão em crimes como tráfico de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e homicídios.
Em 2015, o criminoso foi condenado a 120 anos de prisão apontado como responsável liderar uma guerra de facções, em 2002, dentro do presídio de segurança máxima Bangu I, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, quando quatro rivais foram assassinados.

PB Hoje

CNMP aplica pena de perda do cargo a promotora da PB que teria comprado votos para eleger a mãe prefeita


O plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) julgou, nesta terça-feira (23), procedente a Revisão de Processo Administrativo Disciplinar nº 137/2017-40 para determinar ao procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado da Paraíba (MP/PB) que ajuíze ação civil para decretação da perda do cargo em desfavor da promotora de Justiça Ismânia do Nascimento Rodrigues Pessoa. A decisão unânime do colegiado durante a 10ª Sessão Ordinária de 2017.
O colegiado também decidiu, seguindo o voto do conselheiro relator Esdras Dantas (foto), decretar a disponibilidade da referida promotora, por motivo de interesse público, enquanto durar a ação civil para decretação da perda do cargo.
O conselheiro relator, a comissão processante e a Corregedoria Nacional do MP compartilharam do entendimento de que, além de ter participado ativamente da campanha eleitoral de sua mãe ao cargo de prefeito do município de Mamanguape (PB), ou seja, exercício de atividade político-partidária, a promotora de Justiça perpetrou condutas delituosas ao comprar votos e apoio político de vereadores daquele município. Isso configura delito tipificado no Código Eleitoral.
“Apuraram-se, nos autos, robustas provas de que a promotora processada reuniu-se com vereadores de Mamanguape (PB) para oferecer-lhes dinheiro e outras vantagens (três cargos públicos) em troca de voto e apoio político para sua genitora”, falou Esdras Dantas de Souza.
O conselheiro relator considerou criminosa a conduta da promotora. “É incompatível com o exercício do cargo de membro do Ministério Público, o que demanda a enorme preocupação e pronta resposta dos agentes públicos e competentes para o devido e necessário ajuizamento da ação de perda do cargo, nos termos do artigo 135, § 1º, e artigos 195 e 194, inciso V, da Lei Orgânica do MP/PB”, explicou Esdras Dantas.
Com relação à disponibilidade da promotora enquanto durar a ação de perda do cargo, o conselheiro relator disse ser inconcebível que integrantes do MP brasileiro possam continuar no exercício das funções após a revelação de indícios suficientemente graves e robustos da prática de fatos que configuram crime, em tese, e sejam incompatíveis com o exercício do cargo. “A Lei Orgânica do MP/PB e a Lei Orgânica Nacional para o MP contêm previsões de que o membro do Ministério Público, ainda que vitalício, pode ser colocado em disponibilidade, por motivo de interesse público”, afirmou Esdras Dantas de Souza.

PB Hoje

Acusada de participar de quadrilha de roubos a bancos ganha prisão domiciliar


Lubia Gorgete é acusada de dar abrigo para dois criminosos de Santa Catarina, que vieram para Cuiabá auxiliar na ação do bando que roubou ao menos R$ 5 milhões de bancos de Mato Grosso.
A juíza da Vara Criminal de Poconé (100 km de Cuiabá), Kátia Rodrigues Oliveira, converteu a prisão preventiva de Lubia Camilla Pinheiro Gorgete, em prisão domiciliar, na segunda-feira (22). A criminosa que ficou conhecida como a “Loira do Crime”, é acusada de integrar uma quadrilha, responsável por pelo menos 10 ações de roubos e furtos a bancos em Mato Grosso, com as quais lucraram ao menos R$ 5 milhões. Ela deverá sair do presídio feminino Ana Maria do Couto May, ainda nesta terça-feira (23). 
Lúbia foi presa durante a "Operação Luxus", deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), no dia 4 de maio. Dos 17 mandados de prisão expedidos pela Vara do Crime Organizado de Cuiabá e pela Comarca de Poconé, 16 já foram cumpridos. Ainda está foragido, Robson Antônio da Silva Passos, conhecido de ‘Robsinho’.
Os integrantes da quadrilha, assim como Lubia, são conhecidos por ostentarem nas redes sociais o dinheiro que conseguiram com os furtos e assaltos em Mato Grosso. No entanto, a acusada é beneficiária do programa social Bolsa Família, pelo qual recebeu R$ 588,00 nos últimos quatro meses.
Dentre os crimes cometidos pela quadrilha, está o assalto ao Banco do Brasil de Poconé, no dia 11 de fevereiro de 2016, e a outro Banco do Brasil, da Avenida Pernambuco, no bairro Morada da Serra II, em Cuiabá, dia 13 de novembro de 2016.
De acordo com a Polícia Civil, foi Lubia quem deu abrigo a dois criminosos de Santa Catarina, que vieram para Cuiabá auxiliar nas ações da quadrilha. Ela também costumava ostentar joias, baladas e carros de luxo. Entre os veículos apreendidos na Operação Luxus estão: um Corolla, uma Santa Cruz e um HB20.

Vida de luxo
De acordo com o GCCO, os criminosos alvos da ‘Operação Luxus’, utilizaram cerca de R$ 5 milhões roubados de agências bancárias para bancar passeios de helicóptero, iates no Rio de Janeiro e viagens para praias do Nordeste e Sudeste do país.
Eles também participaram pelo menos duas vezes do Carnaval no Rio de Janeiro (RJ), utilizando o valor roubado dos bancos. Os bandidos ostentavam nas redes sociais, com fotos e vídeos de viagens de luxo, veículos importados e passeios que realizaram com o dinheiro roubado.

Repórter MT

Cavalo ‘desmaia’ por não suportar carga em carroça e dono é detido após foto viralizar


Cavalo 'desmaia' por não suportar puxar carga de madeira em carroça e dono é detido após foto viralizar (Foto: Reprodução/TV Oeste)
Um homem foi detido e indiciado por maus-tratos a animais em Luís Eduardo Magalhães, na região oeste da Bahia, após um cavalo de propriedade dele desmaiar no meio de uma rua da cidade por não suportar puxar uma carga de madeira em uma carroça. O dono do animal foi levado à delegacia após uma foto que mostra o animal caído no chão viralizar na internet, segundo informou ao G1, nesta terça-feira (23), a Polícia Civil do município.
De acordo com o delegado Leonardo Mendes, que investiga o caso, a cena foi registrada no domingo (21), em uma rua do centro da cidade. O dono do animal foi preso na segunda-feira (22) e só liberado por volta das 14h desta terça da delegacia, após assinatura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
O TCO é um registro de um fato tipificado como infração de menor potencial ofensivo. Com isso, o homem responderá ao processo em liberdade. O G1 não conseguiu contato com o proprietário do animal nesta terça.
Segundo a polícia, ele ainda tem um outro cavalo que também utiliza para puxar a carroça com cargas na cidade. Segundo o delegado, o homem ganha dinheiro transportando cargas de madeira, ferro e outros materias. Os dois animais e a carroça foram apreendidos. O homem, que é morador do bairro Florais Lêa, foi detido em uma residência na localidade conhecida como Santa Cruz.
“O cavalo que aparece na foto caiu de exaustão por conta do peso da carga. E foi essa foto, que comprova o crime, acabou resultando na prisão dele. A imagem foi parar na internet e causou um clamor público muito grande na cidade. Recebemos denúncias anônimas e começamos a investigar”, destacou Mendes.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito negou as acusações e disse que o cavalo foi fotografado no chão após escorregar. “Ele disse que o cavalo tinha escorregado e negou o fato, mas a foto prova o contrário. Além disso, ele já é reincidente no crime de maus-tratos de animais. Transporta sempre cargas excessivas de madeira e outros objetos como ferro. Ficamos sabendo, durante as investigações, que ele ainda teria um terceiro cavalo, mas esse animal não foi encontrado”, destacou o delegado.
O delegado informou que o animal fotografado no chão, que tem aproximadamente seis anos de idade, está bastante debilitado e foi encaminhado para uma ONG de proteção animal, onde passará por tratamento médico veterinário.
“O animal já está na ONG. Está bastante machucado, com ferimentos no corpo, mas creio que vai sobreviver. Pelo menos, torcemos para isso. O dono vai responder ao TCO por maus-tratos aos animais, por crime ambiental. Como não se trata de um crime que resulta em pena privativa de liberdade, ele [o dono do animal] deve ter penas restritivas de direitos ou deverá pagar cestas básicas ou fazer algum tipo de serviço social”, destacou.


G1

terça-feira, 23 de maio de 2017

Falso PF é preso em MS com 350 kg de maconha em suposto veículo oficial


Segundo PRF, vidros escuros do carro chamou atenção da fiscalização de rotina. Uma passageira também foi presa.
Suposto veículo oficial e falso documento de policial federal apresentado por suspeito (Foto: PRF/Divulgação)
O motorista de 34 anos que dirigia um suposto veículo oficial e tentou se passar por um policial federal ao ser abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no km 129 da BR-267, em Nova Andradina, foi preso nesta terça-feira (23) com 350 quilos de maconha no porta-malas.
No veículo, estava uma passageira de 26 anos que também foi presa. Os dois suspeitos são de Santa Catarina. Segundo a PRF, o entorpecente seria levado para o Rio de Janeiro.
A abordagem foi feita como fiscalização de rotina, mas os vidros escuros chamaram a atenção dos policiais. O condutor ficou nervoso e se identificou como servidor da Polícia Federal e apresentou um documento de identificação falsificado.
"A informação que nós tivemos até o momento é que confere com os dados da carteira de uma escrivã que foi furtada no Rio de Janeiro há um tempo atrás. Então agora a gente vai ter que verificar se é a plataforma mesmo dessa carteira ou se ela foi falsificada com esses dados, isso vai ser verificado agora", afirmou o delegado Cleo Mazotti.
Os policiais desconfiaram do veículo com características oficiais e consultaram o sistema da PRF. Ao fiscalizarem o veículo encontraram a maconha no porta-malas. O motorista disse que pegou a droga em Ponta Porã e levaria para a capital fluminense.
O casal, a droga e o veículo foram entregues à Polícia Federal em Campo Grande. Os suspeitos devem responder por tráfico internacional de drogas.
Maconha seria levada de Ponta Porã (MS) para o Rio de Janeiro (Foto: PRF/Divulgação)
Por TV Morena/G1

Parte editada da gravação de Joesley tem conversa sobre mulheres


A primeira-dama Marcela Temer ao lado do presidente Michel Temer, durante lançamento do programa Criança Feliz, no Palácio do Planalto, em Brasília - 05-10-2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)
Um dos trechos que teriam sofrido cortes na gravação de conversa entre Michel Temer e o empresário Joesley Batista  tinha como assunto as esposas do presidente e do dono do grupo JBS. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (22) pela coluna 'Radar On-Line', da revista Veja . 
De acordo com a publicação, a decisão de retirar da gravação esse trecho do diálogo partiu do próprio Joesley Batista, que pretendia "se proteger". O empresário é casado com a jornalista Ticiana Villas Boas. O teor dos comentários tecidos por ele e pelo presidente, que é casado com Marcela  Temer , é desconhecido até o momento.
O diálogo gravado por Joesley foi anexado ao inquérito autorizado pelo Supremo Tribunal Federal para investigar a conduta de Temer, bem como eventuais atos ilícitos cometidos pelo senador Aécio neves (PSDB) e pelo deputado Rocha Loures (PMDB).
Supostas edições
Uma perícia contratada pelo jornal Folha de S.Paulo , no entanto, apontou que houve diversas edições no áudio entregue pelo empresário. Segundo o perito ouvido pela reportagem do jornal, o áudio divulgado, que tem 38 de duração, corresponde a apenas um fragmento  dos 50 minutos da conversa original.
Já a rádio CBN atestou que não é possível ter havido cortes no áudio. Ao fundo da conversa entre Temer e Joesley, é possível ouvir que a programação da rádio está sintonizada em um aparelho de som. Profissionais da emissora conferiram os tempos das duas gravações e verificaram que não houve modificações. 
Neste domingo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e a defesa do presidente Michel Temer encaminharam à Polícia Federal uma série de questionamentos sobre as gravações feitas por Joesley. 
Desde que o conteúdo da conversa veio à tona, Temer tem feito críticas e desqualificado as acusações. Ele negou que tenha atendido a pedidos de Joesley e disse não acreditar no que chamou de "fanfarronices" do empresário, quando este disse que buscava obstruir a Justiça. Ao pedir a continuidade das investigações, a PGR garantiu que não há "mácula que comprometa a essência do diálogo".
O ofício do Ministério Público Federal, endereçado ao delegado Josélio Azevedo de Souza, coordenador da Força Tarefa da Operação Lava Jato no STF, contém 16 perguntas a serem analisadas pela perícia técnica da PF. Entre outros pontos, elas questional o formato do áudio, eventuais interrupções e evidência de que alguns trechos foram editados.
O Supremo já determinou também a verificação técnica da gravação enviada à Corte por Joesley Batista sobre o presidente Temer.

Com informações do Ig
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Carros roubados em 2 estados são flagrados com 3,9 t de maconha em MS


Motoristas abandonaram os veículos quando viram polícia na rodovia. Policiais perseguiram um deles, que fugiu após cair em buraco.
Tabletes de maconha apreendidos em Itaquiraí, MS (Foto: DOF/ Divulgação)
Quase 4 toneladas de maconha foram apreendidas na tarde de segunda-feira (22), em Mato Grosso do Sul. O entorpecente estava em três veículos, dois deles roubados em diferentes estados. Os suspeitos fugiram.
Policiais do Departamento de Operações da Fronteira (DOF) faziam patrulhamento em Itaquiraí, a 395 quilômetros de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai, e perceberam que o motorista de uma Hyundai Tucson abandonou o veículo ao ver a viatura e fugiu por uma mata.
Dois quilômetros à frente, os militares viram quando o condutor de uma caminhonete Hilux manobrou e seguiu em alta velocidade ao sentido oposto que trafegava. Houve perseguição, o condutor destruiu a cerca de arame de uma fazenda com o veículo, caiu em um buraco e fugiu a pé. Perto dali, uma Mitsubishi Pajero foi encontrada abandonada.
Os policiais suspeitaram da situação e encontraram nos três veículos diversos tabletes de maconha, que totalizaram 3,980 quilos da droga. Nenhum suspeito foi encontrado. A suspeita do DOF é que os veículos tenham sido carregados em Coronel Sapucaia, também na fronteira com o Paraguai.
Conforme o DOF, o Hyundai Tucson tem placas de Campo Grande e não tinha restrições criminais, mas estava com sinais de adulteração no número do motor. A Toyota Hilux com placas de Russas (CE), havia sido roubada em Recife. A Mitsubishi Pajero, com placas de Palmas (TO), estava com a numeração de motor de um mesmo veículo de Imperatriz (MA) roubado no último 12 de abril em Paraupebas (BA).
Tabletes de maconha eram transportados em três veículos (Foto: DOF/ Divulgação)
Por G1 MS

segunda-feira, 22 de maio de 2017

[VÍDEO] Ataque terrorista em show de Ariana Grande em Manchester deixa vários mortos


A polícia britânica confirmou que há pelo menos 19 mortos e dezena de feridos depois de uma explosão durante um show no estádio Manchester Arena, na cidade de Manchester, no norte da Inglaterra. Os agentes isolaram a área e evacuaram o público que ia a ver a cantora norte-americana Ariana Grande, que tem shows marcados no Brasil para o fim de junho.
As forças de segurança pedem que ninguém se aproxime da zona. Várias pessoas subiram em seus perfis de Twitter vídeos em que se veem os momentos de pânico durante a evacuação do estádio, com capacidade para 21.000 pessoas. Desde sua abertura em 1995, a Manchester Arena acolheu grandes concertos. U2, Rolling Stones, Madonna e Pavarotti atuaram em suas instalações.
"Ouvi uma forte explosão. tremeram os cristais de minha casa", explica Pedro, um vizinho que vive em frente à Manchester Arena. "Vi um montão de gente sair correndo, a muita polícia com metralhadoras e duas pessoas feridas".
A explosão ocorreu no pátio exterior e ao final do show, quando as pessoas começavam a abandonar as instalações, em torno das 22h30 locais (18h30 em Brasília), segundo meios locais que citam fontes policiais.
A Rede de Ferrovias britânica anunciou que a estação de trem de Manchester Vitória, próxima ao estádio, foi evacuada e fechada.




Com informações: El País

Mãe é condenada a pena maior que réus da Lava-Jato por roubar ovos de Páscoa


Redes de supermercado expõem ovos de Páscoa Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo
A Defensoria Pública de São Paulo acionou o Superior Tribunal de Justiça (STJ) para pedir a liberdade de uma mãe condenada por roubar ovos de Páscoa e um quilo de peito de frango, em 2015. Responsável por três crianças menores de 12 anos, ela vive com o filho mais novo, de 20 dias, em uma cela superlotada da ala materna da Penitenciária Feminina de Pirajuí.
A pena determinada, de três anos, dois meses e três dias de regime fechado, supera as sentenças impostas a pelo menos sete condenados na Operação Lava-Jato.
A informação sobre o pedido de liberdade foi divulgada pela coluna de Mônica Bergamo na "Folha de S. Paulo". A equipe do EXTRA teve acesso ao teor da ação no STJ. Na visão da Defensoria, a extensão da pena da cliente é "absurda", ao se considerar o caráter pouco impactante e lesivo do crime. O comportamento, "embora condenável", não gerou perturbação social, violência nem dano ao patrimônio do estabelecimento, que logo recuperou as mercadorias furtadas, diz o pedido.
"Quando da prolação da sentença, o magistrado de primeiro grau aumentou a pena base sob o 'fundamento' de que a 'culpabilidade é intensa'. Ora, estamos analisando um furto de OVOS DE PÁSCOA E PEITO DE FRANGO!", escreveu a defensora na petição.
Maria (nome fictício) foi presa em flagrante, há dois anos, por furtar produtos de um supermercado de Matão, em São Paulo. Permaneceu reclusa por cinco meses, até que um juiz concedeu a liberdade provisória. Condenada em primeiro grau, ela teve a sentença mantida em segunda instância e voltou ao cárcere em novembro de 2016, grávida. A detenta deu à luz no último 28 de abril e vive com o filho em uma cela, cuja capacidade é de 12 pessoas, ao lado de outras 18 lactantes.

Crianças na prisão
No pedido, a defensora Maíra Cora Diniz ainda argumentou que o Marco Legal da Primeira Infância permite a substituição da prisão preventiva pela prisão domiciliar para detentas com filhos menores de 12 anos — legislação que embasou a liberdade da ex-primeira-dama do Rio Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, em março deste ano. Além do bebê de colo, Maria* é mãe de crianças de 11, 10 e 3 anos.
Tal legislação, ressalta a defensora, serve para afastar os pequenos dos estabelecimentos prisionais e favorece a relação mãe e filho em um ambiente próprio de desenvolvimento infantil. Nas penitenciárias paulistas, o bebê não pode mais viver com a mãe detenta a partir dos 6 meses de idade. No caso de Maria, a separação "absolutamente prematura e prejudicial ao bebê" vai gerar a "interrupção brusca da amamentação", diz Maíra.
Uma das duas mulheres que cometeram o furto com Maria já recebeu liminar favorável. Agora, a defensora espera que a cliente possa aguardar o fim da ação penal em liberdade e, mais adiante, não cumpra pena em regime fechado por ser um crime de menor importância, que não afronta a vida pacífica.

Pena maior que as da Lava-Jato
O caso de Maria levanta debate sobre a Justiça — que garantiu a liberdade à outra mulher presa no mesmo furto e a prisão domiciliar à mulher do ex-governador Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo. Mostra ainda certa desproporção das penas no Direito Penal. Na Operação Lava-Jato, ao menos sete condenados vão cumprir menos tempo de cadeia que a dona de casa. Cinco deles recorrem em liberdade, um está preso em domicílio.
- Antônio Carlos Pieruccini foi condenado a três anos por envolvimento na operação montada pelo doleiro Alberto Yousseff para operar empresas de fachada e movimentar recursos oriundos de desvios na Petrobras. Ele recorre em liberdade.
- Faiçal Mohamed Nacirdine foi condenado a um ano de prisão por operar instituição financeira irregular por meio de contas de empresas fantasmas. Ele é ligado à doleira Noelma Kodama, condenada a 18 anos de regime fechado.
- Maria Dirce Penasso foi condenada por corrupção passiva a dois anos e um mês de prisão. Ela é mãe de Noelma. Também recorre em liberdade.
- João Procópio Prado, ligado a Yousseff, foi condenado a dois anos e sete meses. Ele era proprietário de escritório em São Paulo que gerenciava contas do doleito no exterior. Cumpre a sentença em prisão domiciliar.
- Juliana Cordeiro de Moura foi condenada a dois anos e dez dias de reclusão. Ligada a Noelma, era dona de empresa de fachada no Brasil e de contas off-shore no exterior. Recorre em liberdade.
- Rinaldo Gonçalves de Carvalho, condenado por corrupção passiva, recorre em liberdade da pena de dois anos e oito meses de prisão. Ele operava o esquema de Noelma em empresas fantasmas.
- Ediel Viana da Silva foi condenado a 3 anos de prisão. Foi permitido a ele prestar serviços comunitários e pagar cinco salários minímios a empresas filantrópicas para atenuar a sentença, porque colaborou de forma informal com as investigações. Foi preso por facilitar o transporte indevido de dinheiro ou emprestar seu nome à abertura de empresas de fachada de Carlos Habib Chater. É mais um que responde em liberdade.

Extra

Associação de Cabos e Soldados da PM do RN é arrombada; três computadores são furtados


Funcionários descobriram o crime na manhã desta segunda (22). Cerca elétrica foi desligada e câmeras de vídeo viradas para a parede.
Além de arrombarem prédio, criminosos também desativaram sistema de alarme da associação (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Rio Grande do Norte foi arrombada e computadores furtados. Presidente da entidade, o cabo Roberto Campos disse que o crime aconteceu na noite do sábado (20), mas só foi percebido na manhã desta segunda-feira (22) quando os funcionários chegaram para trabalhar.
Três computadores e as baterias dos alarmes foram levados. Os criminosos também viraram as câmeras de segurança para a parede e desligaram a cerca elétrica do local.


G1