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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Menina de 6 meses morre asfixiada por cortinado de berço em MG



Bebê foi encontrado com mosquiteiro no rosto e um pedaço dele enrolado em seu pescoço; bombeiros orientam que esses protetores não sejam usados.
Uma criança de apenas 6 meses morreu asfixiada por um cortinado de berço, em Governador Valadares, na região do Rio Doce, nesse domingo (6). Em conversa com a Polícia Militar, a mãe de Melissa Venâncio Gomes contou que, por volta das 21h30 de sábado (5), colocou sua filha para dormir de bruços, coberta com uma manta, e foi para o outro quarto da residência, localizada no bairro Sertão do Rio Doce II.
Durante a madrugada, a jovem de 29 anos afirmou que não escutou nenhum choro. Na manhã do domingo, ao ir acordar a garotinha, a dona de casa percebeu que ela estava com o rosto coberto com o mosqueteiro e com o corpo gelado. A mulher ainda tentou tirar o cortinado, mas não conseguiu, uma vez que um pedaço dele estava muito enrolado no pescoço da vítima.
O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas já encontrou o bebê sem vida. A mãe também explicou que, ao deixar a filha no berço, o cortinado estava completamente estendido e sem amarras ou nós que pudessem ser alcançados pela menina. Ela e o pai da menor foram conduzidos à delegacia para prestarem esclarecimentos. Segundo a Polícia Civil, eles foram ouvidos e liberados.
Alerta
Conforme a tenente Andréa Martins, da assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros de Belo Horizonte, pais e responsáveis  devem tomar alguns cuidados.
“Orientamos que esses protetores de berço sejam evitados, assim como almofadas dentro dos berços. Outro ponto importante é realizar a vigilância constante das crianças”, disse.
Outro caso
Em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, um bebê de 3 meses morreu após ser atingido pela porta de um guarda-roupas. De acordo com a Polícia Civil, a criança estava no colo da mãe quando a estrutura caiu e a atingiu, na última sexta-feira (4).
Os pais do bebê e um irmão dele, de 9 anos, foram ouvidos pela equipe da Delegacia Regional de Sabará, responsável pelo caso. Segundo a corporação, tudo indica que ocorreu um acidente. A conclusão final do inquérito, no entanto, só será apresentada após a liberação do laudo de necropsia, que sai em 30 dias.

O Tempo

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