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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

[VÍDEO] Família vive momentos de pânico ao ter casa invadida por engano pela PF em Anápolis



Policiais buscavam de líder de quadrilha, mas confundiram o endereço. Dona de imóvel, que estava com 2 filhas, diz que viveu momentos de terror vídeo mostra a ação..
Policiais federais que cumpriam mandados judiciais da Operação “Cavalo Doido”, deflagrada na madrugada deste sexta-feira (4) para desarticular uma quadrilha internacional de tráfico de drogas, explodiram o portão da casa errada, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. A ação foi registrada pelas câmeras de segurança do imóvel (veja acima).
Os policiais fortemente armados estavam em busca de um dos homens apontados como líderes da quadrilha. O vídeo mostra quando os agentes entraram no quintal e seguiram em direção ao quarto.
A dona de residência, a pensionista Cleibe Honorato, que mora no local com duas filhas, sendo que uma delas é deficiente, conta que os policiais entraram em todos os cômodos em busca de pistas sobre o suspeito, mas não encontraram nada. Além do portão danificado, os policiais ainda quebraram janelas.
Cleibe conta que, após a invasão, os policiais a chamaram, pediram seus documentos pessoais e pediram desculpas, pois disseram que tinham cometido um erro. “Foi um engano que quase custou a minha vida e das minhas duas filhas”, contou ela, aos prantos.
A pensionista diz que quer uma explicação sobre os momentos de terror que foi obrigada a viver. “A única coisa que eu quero é uma resposta para essa agressão toda na minha casa, essa invasão de privacidade. Quem vai se responsabilizar por todos esses danos?”, questionou.
Em nota enviada à TV Anhanguera, a Polícia Federal destacou que "o endereço constava no mandado de busca e de prisão para pessoa de alta periculosidade e de grande importância do grupo investigado. O que deu ensejo a uma ação enérgica por parte do grupo tático".

Operação "Cavalo Doido"
A Polícia Federal deflagrou a operação “Cavalo Doido” para desmantelar uma quadrilha que agia no tráfico internacional de entorpecentes, distribuindo drogas produzidas no Paraguai para os estados de Goiás, Pará, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. A suspeita é que o grupo tenha movimentado R$ 1 bilhão.
No total, a operação cumpre 81 mandados judiciais, sendo 21 mandados de prisão preventiva, 11 mandados de prisão temporária, 15 conduções coercitivas (quando alguém é levado para depor) e 34 mandados de busca e apreensão, que estão sendo cumpridos em Goiás e Mato Grosso do Sul.
Até o fim desta manhã, 25 pessoas tinham sido presas em Goiás e Mato Grosso do Sul, segundo o delegado Bruno Gama, chefe da Delegacia de Repressão a Drogas da Polícia Federal em Goiás. Ele não soube precisar o número de presos só em Goiás. Porém, até 8h30, eram 15 presos no estado.
Mais de 200 policiais participam da operação. No Paraguai também está sendo realizada a destruição dos plantios de droga nas fazendas de propriedades do grupo criminoso. Além disso, foram bloqueadas 80 contas bancárias.


DO G1-GO TV/Anhanguera

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