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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Acusado de estuprar enteada de 11 anos, vereador se apresenta à Polícia e fica preso no MT



O vereador de Cuiabá, Chico 2000 é acusado de estuprar a enteada de 11 anos.Ele também é investigado por outros crimes sexuais.
O vereador de Cuiabá, Chico 2000 (PR) acaba de se apresentar à Polícia Civil, após ter o mandado de prisão preventiva decretado contra ele, neste domingo (4).
Ele é acusado de  de abusar sexualmente de sua enteada de 11 anos. O vereador também é investigado por outro crime sexual.
O vereador se apresentou na Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) e será encaminhado ao Centro de Custódia de Cuiabá, anexo ao antigo Presídio Carumbé.
Assim que chegou, acompanhado do advogado e do neto, o parlamentar negou as acusações, que segundo ele, são infundadas. Aparentando tranquilidade Chico 2000 disse que desconhece qualquer outra investigação contra ele e negou que estivesse foragido, já que não sabia da decisão da Justiça.
Quando questionado sobre o que teria causado a denúncia, negada por ele, o vereador argumentou que não pode se manifestar sobre o caso porque envolve menor de idade.
"Do outro lado existe uma menor e qualquer coisa que eu fale será levada como contra ela, e eu não vou descumprir a lei", declarou.
Chico 2000 era considerado foragido da Justiça, desde que oficiais procuraram e não encontraram em sua casa e seu gabinete na Câmara Municipal de Cuiabá, nesta terça-feira (6).
O suposto abuso, segundo a menor, teria ocorrido no dia 11 de novembro, durante a festa de aniversário da mãe, realizada na casa do vereador.
A denúncia foi registrada em boletim de ocorrência no último dia 16 de novembro.

Outros casos
O delegado Eduardo Botelho, titular Deddica afirmou que pediu a prisão para outras possíveis vítimas não se sintam intimidadas pelo poder político e financeiro do acusado e possam prestar depoimento.
"Existem denúncias sobre possíveis abusos praticados por ele contra outras vítimas".
A prisão do vereador é medida preventiva válida por 30 dias e que pode ser prorrogada por outros 30 dias.

Repórter MT

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