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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Funcionário da Caixa Econômica atira em colegas e se mata em Salvador-BA



Homem atirou em duas pessoas e se matou em seguida, segundo a polícia.
Mulher é atendida após atentado dentro da Caixa Econômica (Foto do Leitor)
Glei Mario de Lemos Leal invadiu o 15º andar do Centro Empresarial 2 de Julho, na avenida Paralela em Salvador Bahia, atirou em duas colegas de trabalho e depois se matou por volta das 13h50 desta quarta-feira (21). Ele é funcionário da Caixa Econômica Federal, que tem escritórios no edifício.Segundo o site CORREIO, a Caixa Econômica confirmou que houve um atentado em seu escritório.  
Em nota, a Polícia Militar informou que o homem era funcionário da Caixa e atirou contra duas colegas de trabalho durante o expediente e se matou em seguida. As duas vítimas foram socorridas para o Hospital Geral do Estado (HGE) e Hospital São Rafael.
Não há informações exatas sobre o número de feridos, nem a identidade das vítimas. O prédio foi evacuado e isolado pela polícia.
Equipes da 82ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM-CAB), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Rondesp foram enviadas ao local. A polícia pediu apoio do Bope para verificar se existem atiradores em outros andares.

Funcionário da Caixa que disparou contra colegas era 'gentil e tranquilo', dizem vizinhos.
Glei Mário Leal morava há mais de 30 anos no mesmo lugar e vizinhos o consideravam uma pessoa tranquila.Morador há mais de 30 anos do bairro da Pituba, Glei Mário de Lemos, 51 anos, também era tido pelos vizinhos como uma pessoa "gentil e tranquila". O funcionário da Caixa que disparou contra colegas no início da tarde de ontem (22), na tentativa de atingir o chefe e coordenador da gerência de Fundos de Garantia (Gifug), residia com a mãe e o irmão no edifício desde a fundação do imóvel. 
Um dos funcionários do prédio onde Glei morava, que pediu para não ser identificado, contou,que viu quando Glei Mário deixou o edifício, na manhã do atentado, a caminho do trabalho. “Ele passou por mim, me deu bom dia, entrou no carro e saiu, como fazia sempre. Era uma pessoa boa, nunca teve nenhum problema com vizinho nenhum. Era excelente. Ninguém esperava que isso fosse acontecer não, foi uma surpresa mesmo. Nunca estava de cara feia. Se ele tinha algum problema era no trabalho e não aqui”, afirmou. 
Um vizinho, que também não quis se identificar, disse ainda que o funcionário da Caixa era “legal, tranquilo e brincava muito com os funcionários”. Outras pessoas ouvidas pela reportagem que presenciaram o momento do atentado afirmaram que as duas colegas de trabalho atingidas por Glei Mário, as assistentes Marinoelia Andrade Santos e Jucilene Silva, foram baleadas ao irem em direção a ele, na tentativa de acalmá-lo. “Elas foram na intenção de chegar próximo a ele e evitar o pior”.
Bope também foi acionado para atender a ocorrência

Correio24hs

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