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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Irmã mata irmão a golpes de faca, no Itapoã DF



Um menino de 15 anos morreu depois de ser esfaqueado dentro de casa pela própria irmã, de 16, na Quadra 1 do Itapoã-DF cidade distante cerca de 15 km de Brasília.O crime aconteceu por volta das 14h desta terça-feira (6), após uma briga por motivo ainda desconhecido. Segundo vizinhos, a relação entre os dois nunca foi amigável. A menina, inclusive, teria afirmado para a mãe, ao chegar ao local, que cumpriu a promessa de assassinar o adolescente. “Eu te disse que iria matá-lo. Chegou o dia”, declarou a garota, de acordo com testemunhas.
Às 18h, o corpo da vítima, todo sujo de sangue e coberto por um pano, permanecia estirado perto do portão da residência. Ao redor, muitos curiosos esperavam a chegada da perícia da Polícia Civil e lamentavam o ocorrido. Mais cedo, também foi possível avistar duas facas de cozinha no local do crime.
“Quando eu cheguei, ele já estava caído. De longe, consegui vê-lo tirando a faca das costas e desmaiando. Antes disso, ele pediu ajuda, conseguiu entrar em casa, mas foi esfaqueado de novo. Eles brigavam muito, mas era bobagem”, contou uma moradora da região. Segundo ela, a suposta autora vende lanche com a mãe à noite no Itapoã. As duas moravam com o adolescente e outra filha mais nova em um terreno com várias quitinetes.
Ainda de acordo com a vizinha, a mãe dos meninos, que é doméstica, ficou desesperada ao saber da tragédia. “O patrão a trouxe. Ela estava apavorada. Foi nessa hora que a menina deitou em seu colo e disse que tinha matado o irmão como prometido”, completou.
A garota foi levada, algemada, à Delegacia da Criança e do Adolescente I (DCA). Na saída, quase foi linchada pela população. Até o fechamento desta edição, a PCDF não informou sobre a apreensão.

“Ele era um menino sozinho”
A adolescente já havia tentado esfaquear o irmão, segundo outra moradora. “Ele conseguiu escapar, mas hoje não teve jeito. Fico sem acreditar no que aconteceu. Ele brincava muito com meus filhos, era um menino bom”, relatou.
Emocionada, uma amiga da vítima lamentou a morte. “Hoje mesmo, ele estava superfeliz porque tinha passado de ano, ia para o 9º. Era muito brincalhão e as pessoas não entendiam isso. Diziam que era perturbado, mas ninguém sabia o que ele passava em casa. A realidade é que ele se sentia rejeitado e só queria ter o amor da família. Era um menino sozinho, que adorava estudar”, concluiu a amiga, garantindo que o adolescente não tinha envolvimento com drogas e frequentava a igreja.

Jornal de Brasilia

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