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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Após 1 ano, mãe reencontra filha no Recife; menina de 4 anos havia sido levada pelo pai



Sarah Brenda Martiniano Caseiro foi encontrada em uma simples casa na Praia de Atalaia, em Aracaju.
Reencontro aconteceu no Recife Foto: Divulgação
Foi emocionante o reencontro entre Sarah Brenda Martiniano Caseiro, de 4 anos, e a mãe Elisângela Martiniano de Morais, de 35 anos. As duas não se viam desde janeiro de 2016, quando a menina foi levada pelo pai, o motorista Gilberto Augusto Caseiro, de 53 anos. Para a mãe da menina, o abraço não teve preço. "Esse abraço que acabei de dar na minha filha não tem valor. É uma coisa incondicional. Faria tudo de novo se fosse preciso para reencontra-la", comentou Elisângela.
O reencontro aconteceu na manhã desta quinta-feira (1º), na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), no Recife. O delegado Ademir de Oliveira cumpriu o mandado de busca e apreensão, em operação conjunta com a Polícia Civil de Sergipe.
A menina foi encontrada em uma simples casa na Praia de Atalaia, em Aracaju, no Sergipe. Durante todo esse tempo, além de não ver a mãe, a menina não frequentava escola ou creche. A menina deve voltar para Joinville, em Santa Catarina, com a mãe na manhã da quinta-feira (2). O mandado de busca e apreensão havia sido expedido em Santa Catarina e em Pernambuco, quando a mãe veio ao Estado após uma suspeita de que a menina estaria em Porto de Galinhas. 
O pai Gilberto Augusto Caseiro, de 53, trabalhava como motorista em Joinville e, após o término do relacionamento, e desempregado, voltou a Sergipe, onde tinha família. Como não havia nenhuma decisão legal sob a guarda de Sarah,Gilberto não descumpriu nenhuma lei e não deve ser autuado. Em Atalaia, ele catava latas e não tinha documentos da filha. 
Sarah foi encontrada na última sexta-feira (27), por volta das 18h. Nesse período, ela ficou com uma família que abrigou a mãe após a suspeita de que Sarah estivesse em Porto de Galinhas O acolhimento da criança pela família de Recife também foi autorizado pela juíza da 1° vara da infância. 

Por Folhape

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