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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Caos no Espírito Santo torna ainda mais urgente o debate nacional sobre porte de arma



Foto/Twitter
A Polícia Militar do Espírito Santo está numa espécie de greve velada: como os militares não podem parar, o argumento é que não saem dos quarteis porque há pessoas impedindo a passagem – no caso, são seus próprios familiares.
Com isso, o caos foi instalado e os criminosos estão agindo praticamente sem limites. Foram 51 assassinatos em menos de dois dias.
O episódio torna ainda mais urgente um grande debate nacional sobre o porte de arma por cidadãos. Numa situação como esta, que acompanhamos em tempo real, repleta de vídeos terríveis e assustadores, é inadmissível que não exista a possibilidade de proteger a própria família, na própria casa, estando todos à mercê de ataques.
A proibição do porte de arma de fogo não é baseada em qualquer postulado científico, mas sim no ideário esquerdista – sim, a mesma esquerda que também odeia a polícia e exige o fim da PM, o que dá pista do quanto os canhotos entendem ou se importam com a segurança pública.
Há 60 mil homicídios por ano no Brasil, bem como inúmeros assaltos, invasões de casas e assim por diante. A crença mística dos que condenam o porte é baseada na suposição de que, com mais armas, os tiroteios seriam frequentes. É o exato oposto (e servem de prova os lugares onde o porte é permitido): como há muitas pessoas armadas, os criminosos têm mais cautela e os homicídios e assaltos à mão armada são em número menor.
O debate se faz urgente, e o referendo recente dá sinal do que pensa a maioria da população sobre o tema.
E que o povo do Espírito Santo tenha paz o quanto antes. Nosso apoio e desejo de força a todos os capixabas!

Do Implicante.org

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