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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Acusada de participar de quadrilha de roubos a bancos ganha prisão domiciliar



Lubia Gorgete é acusada de dar abrigo para dois criminosos de Santa Catarina, que vieram para Cuiabá auxiliar na ação do bando que roubou ao menos R$ 5 milhões de bancos de Mato Grosso.
A juíza da Vara Criminal de Poconé (100 km de Cuiabá), Kátia Rodrigues Oliveira, converteu a prisão preventiva de Lubia Camilla Pinheiro Gorgete, em prisão domiciliar, na segunda-feira (22). A criminosa que ficou conhecida como a “Loira do Crime”, é acusada de integrar uma quadrilha, responsável por pelo menos 10 ações de roubos e furtos a bancos em Mato Grosso, com as quais lucraram ao menos R$ 5 milhões. Ela deverá sair do presídio feminino Ana Maria do Couto May, ainda nesta terça-feira (23). 
Lúbia foi presa durante a "Operação Luxus", deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), no dia 4 de maio. Dos 17 mandados de prisão expedidos pela Vara do Crime Organizado de Cuiabá e pela Comarca de Poconé, 16 já foram cumpridos. Ainda está foragido, Robson Antônio da Silva Passos, conhecido de ‘Robsinho’.
Os integrantes da quadrilha, assim como Lubia, são conhecidos por ostentarem nas redes sociais o dinheiro que conseguiram com os furtos e assaltos em Mato Grosso. No entanto, a acusada é beneficiária do programa social Bolsa Família, pelo qual recebeu R$ 588,00 nos últimos quatro meses.
Dentre os crimes cometidos pela quadrilha, está o assalto ao Banco do Brasil de Poconé, no dia 11 de fevereiro de 2016, e a outro Banco do Brasil, da Avenida Pernambuco, no bairro Morada da Serra II, em Cuiabá, dia 13 de novembro de 2016.
De acordo com a Polícia Civil, foi Lubia quem deu abrigo a dois criminosos de Santa Catarina, que vieram para Cuiabá auxiliar nas ações da quadrilha. Ela também costumava ostentar joias, baladas e carros de luxo. Entre os veículos apreendidos na Operação Luxus estão: um Corolla, uma Santa Cruz e um HB20.

Vida de luxo
De acordo com o GCCO, os criminosos alvos da ‘Operação Luxus’, utilizaram cerca de R$ 5 milhões roubados de agências bancárias para bancar passeios de helicóptero, iates no Rio de Janeiro e viagens para praias do Nordeste e Sudeste do país.
Eles também participaram pelo menos duas vezes do Carnaval no Rio de Janeiro (RJ), utilizando o valor roubado dos bancos. Os bandidos ostentavam nas redes sociais, com fotos e vídeos de viagens de luxo, veículos importados e passeios que realizaram com o dinheiro roubado.

Repórter MT

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