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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Jovem que casou com documentos falsos é presa suspeita de furto milionário



A polícia procura outros integrantes da quadrilha, especialmente Éderson Marcos da Silva, marido da jovem
Com a jovem, a polícia apreendeu objetos furtados da loja. Foto: Divulgação/Polícia Civil.
Elaine de Campos Pereira, 27 anos, suspeita de integrar uma quadrilha que fez um furto milionário a uma loja de produtos náuticos em Maringá, norte do Paraná, foi presa pela Polícia Civil. A ação foi no final de junho e oito jet skis foram levados. A polícia procura outros integrantes da quadrilha, especialmente Éderson Marcos da Silva, marido da jovem.
Além dos jet skis, os bandidos levaram também quatro motores de barcos, três quadriciclos, uma caminhonete, além de dinheiro e cheques. O prejuízo chega a R$ 1 milhão, de acordo com a polícia.
No momento da abordagem dos policiais, Elaine, apresentou documentos falsos e foi autuada em flagrante. Na casa da jovem, que era procurada por ter um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas e associação para o tráfico, os policiais encontraram equipamentos levados da loja de produtos náuticos.
Segundo as investigações, ela e o marido casaram usando documentos falsos. As investigações apontam que Éderson seria o líder do grupo responsável por outros furtos e roubos na cidade de Maringá. O criminoso tem passagem por vários delitos e cinco mandados de prisão em aberto no Paraná e também em Santa Catarina e no estado do Rio Grande do Sul.
“Ele é perigosíssimo, inclusive suspeito de integrar uma facção criminosa de atuação nacional dentro e fora dos presídios. Ele possui extenso histórico criminal. Todos crimes graves, incluindo roubo, roubo a banco e latrocínio (roubo seguido de morte). Ele também utiliza vários documentos falsos para escapar da identificação policial em eventual abordagem”, explicou delegado de Furtos e Roubos de Maringá, Luis Cláudio Alves.
De acordo com o delegado, a quadrilha é suspeita de envolvimento nos furtos a uma loja de armas, outra de bicicletas e uma de pneus. “Todos esses crimes foram praticados da mesma fora. O grupo estava centrado em Maringá para a prática de delitos, visando produtos de alto valor para ter mais rentabilidade”, acrescentou Alves.
A polícia suspeita de que o roubo a loja de produtos náuticos tenha ocorrido no dia 30 de junho. A confirmação, contudo, foi prejudicada, pois as câmeras de segurança também foram levadas pelos criminosos.

Ric Mais

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