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terça-feira, 14 de novembro de 2017

[VÍDEO] "Ela era a cobra da maldição na minha vida", diz jovem que matou a mãe



Muriel matou a mãe a facadas enquanto ela dormia no sofá da sala.
Muriel Marshal Madeira, de 24 anos, preso em flagrante na sexta-feira (10) pela morte da mãe, prestou depoimento à Polícia Civil nesta segunda-feira (13) em Curitiba.
Ele disse que a mãe, a professora de educação infanitil Denise Simionatto, "era a cobra da maldição" em sua vida.
O jovem confessou que esfaqueou a mãe enquanto ela dormia no sofá da sala. Segundo ele, os dois tiveram uma discussão durante o dia porque Denise ficava "interrompendo" seus momentos de escrita e criação.
"Ela não parava de falar comigo, não deixava eu me concentrar", argumentou.
Ainda na noite de quinta-feira (9), por volta das 23 horas, quando Denise estava dormindo, ele conta que começou a "recuperar a memória" sobre todas as pessoas que lhe fizeram mal.
"Eu acreditava piamente que a minha mãe era o centro de toda a maldade em minha vida", declarou ao delegado Osmar Feijó, responsável pelo caso na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Muriel relatou que pegou uma faca de cabo preto, que ele teria comprado há três semanas para se defender, e atingiu o peito da mãe. "Ela despertou um pouco, e eu dei mais umas duas facadas. Daí eu tentei arrastar ela pro box (do banheiro), porque ia virar um mar de sangue alí", detalhou.
Logo depois do crime, o jovem disse que trocou de roupa e foi direto para a Rodoviária de Curitiba pegar um ônibus para Joinville, em Santa Catarina, onde mora o pai.
O corpo da professora Denise foi encontrado na tarde de sexta-feira (10) por colegas do CMEI São Carlos, no Pinheirinho, onde ela trabalhava. Muriel foi preso no final da tarde, na casa do pai, em Joinville.
O delegado ainda perguntou o que ele disse à família e ao pai, quando eles souberam do assassinato. "Eu tinha que matar. Ela era a cobra da maldição na minha vida. Tive que ser o homem que você não foi", teria dito ao pai.

Confira na íntegra o depoimento gravado pela Polícia Civil:


RIC Mais

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