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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

[VÍDEO] 'Tem que pegar pena máxima', diz mãe de fisiculturista morta sobre julgamento de acusado no RN



Empresário Alexandre Furtado Paes vai a júri popular no dia 14 de dezembro.
Fabiana Caggiano era campeã de fisiculturismo (Foto: Reprodução/Facebook)
A mãe da fisiculturista Fabiana Caggiano, assassinada em Natal no ano de 2013, enviou vídeo em que cobra a condenação do acusado de matar a filha. Itália Caggiano diz ter certeza que Alexandre Furtado Paes é o responsável pelo crime e que deve pagar pelo que fez. “Tem que pegar pena máxima”, declarou.
Alexandre Paes era casado com Fabiana, e é acusado de matá-la por meio de estrangulamento. A vítima tinha 36 anos de idade quando foi assassinada.
O acusado vai a julgamento na quinta-feira da próxima semana, dia 14 de dezembro, no Plenário do Tribunal do Júri do Fórum Miguel Seabra Fagundes, Zona Sul de Natal. Dono de uma academia de musculação na cidade de Osasco, em São Paulo, Alexandre passou mais de 2 anos sendo procurado pela polícia. Ele foi encontrado e preso no dia 30 de novembro de 2015 em Ibiúna, na Grande São Paulo. Depois, foi trazido à capital potiguar. Atualmente, está detido no Centro de Detenção Provisória de Parnamirim, na região metropolitana da capital potiguar.
Alexandre Furtado Paes está preso em Natal (Foto: Inter TV Cabugi/Reprodução)
No vídeo enviado por Itália Caggiano,(veja abaixo) ela também fala das saudades que sente da filha, bem como dos indícios levantados pelas investigações que apontam para a autoria do crime por parte de Alexandre.
A decisão de mandar o réu a júri popular foi tomada pelo juiz Ricardo Procópio Bandeira de Melo, titular da 3ª Vara Criminal de Natal. Já o julgamento, foi marcado pelo juiz Geomar Brito Medeiros, presidente do 2º Tribunal do Júri.
O caso
Segundo a versão de Alexandre Paes, na manhã de 28 de dezembro de 2013, a mulher estava tomando banho quando ela teria sofrido uma queda repentina. O Samu foi acionado e já encontrou a paulista desacordada.
No dia 2 de janeiro, no entanto, a fisiculturista morreu na UTI de um hospital particular da capital potiguar. Familiares disseram que ela, enquanto esteve internada, permaneceu o tempo todo em coma induzido.


G1-RN

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