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segunda-feira, 18 de março de 2019

Universitária vítima de agulhadas no carnaval é estuprada em Olinda-PE; Suspeito é preso


Uma estudante administração de 22 anos foi estuprada logo depois de sair do Terminal Integrado da PE-15, em Ouro Preto, Olinda. De acordo com ela, o suspeito, localizado e preso em seguida, a abordou quando ela seguia para casa, que fica a poucos metros de onde ela desceu do ônibus, e a ameaçou. “Na metade do caminho, vi que tinha alguém atrás de mim, mas não liguei porque achei que era alguém que eu conhecia. Aí ele agarrou meu pescoço e botou a fada na minha cintura”, contou ela. Rendida, a estudante foi levada para um terreno baldio, onde ocorreram os abusos.
Quando conseguiu fugir do local, ela pediu ajuda em uma oficina mecânica nas proximidades. Ao ouvirem o relato, populares começaram a procurar o suspeito nas proximidades. O homem, identificado como Osvalmir Nascimento da Silva, de 41 anos, foi achado e espancado. Quando a polícia finalmente chegou ao local, o levou para a UPA da Cidade Tabajara e em seguida para a delegacia do Varadouro, em Olinda. A vítima também compareceu ao local para formalizar uma queixa.
Apesar dos relatos detalhados da estudante, Osvalmir contestou a versão dele e se disse inocente. Para comprovar o estupro, a mulher foi submetida a exames sexológicos e encaminhada para a realização de profilaxia para doenças sexualmente transmissíveis no Hospital Correia Picanço. A presença dela na unidade chamou a atenção dos profissionais de saúde por ela já se encontrar em outro tratamento por ter sido uma das vítimas das agulhadas no carnaval.

OP9

quinta-feira, 14 de março de 2019

Vítimas de ataque em Suzano são sepultadas sob aplausos e chuva


Além de parentes e amigos, a população de Suzano compareceu em peso para prestar as últimas homenagens às vítimas da tragédia.
Crime atingiu a cidade de Suzano como um todo. Foto: Suzano Hoje/Divulgação
Um a um, sob aplausos, os caixões com os corpos das vítimas do ataque à Escola Estadual Raul Brasil deixaram, na tarde desta quinta-feira (14), a Arena Suzano, no Parque Municipal Max Feffer, e chegaram ao Cemitério São Sebastião, em Suzano, região metropolitana de São Paulo. Além de parentes e amigos, a população de Suzano compareceu em peso para prestar as últimas homenagens às vítimas da tragédia.
Ontem (13) de manhã dois atiradores invadiram a escola e atacaram alunos e professores a tiros e golpes de machadinha. Oito pessoas morreram, incluindo o tio de um dos atiradores, atingido antes do ataque à escola, e 11 ficaram feridas. Os dois atiradores também morreram.
No cemitério, a capela ficou pequena para a multidão que acompanhou cada um dos cinco sepultamentos realizados ao logo da tarde, sob chuva fina. Nos corredores entre os túmulos, foram espalhadas as coroas de flores que enfeitaram o velório, enviadas por empresas, sindicatos, parentes e amigos. Uma demonstração de que o crime atingiu a cidade como um todo.
Na hora de descer os caixões, mais aplausos. O grande número de jovens e adolescentes que acompanharam os enterros denunciava a pouca idade dos estudantes mortos. Quatro deles tinham entre 15 e 17 anos – os estudantes Caio Oliveira (15), Claiton Antonio Ribeiro (17), Kaio Lucas Costa Limeira (15) e Samuel Melquiades (16). A mais velha era a professora Eliana Regina de Oliveira Xavier, de 38 anos.
Apesar de ter sido velado junto com os demais, o corpo da coordenadora pedagógica Marilena Ferreira Umezo, de 59 anos, será enterrada somente nesta sexta-feira (14), porque a família aguarda a chegada de um filho que está no exterior.
Por motivos religiosos, o velório do estudante Douglas Murilo Celestino, foi velado em uma igreja da Assembleia de Deus frequentada pela família.
Jorge Antonio de Moraes, de 51 anos, dono de uma locadora de carros e tio de um dos atiradores, também teve velório e sepultamento em cerimônia separada.
Mais segurança
De manhã, ao receber o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, e o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, o prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi, propôs medidas de segurança, como a atuação de policiais militares da reserva nos setores administrativo das escolas estaduais.
Por volta das 11h, foi celebrada missa e, às 14h, houve ato ecumênico em memória da coordenadora Marilena Ferreira Vieiras Umezo, da professora Eliane Regina Oliveira Xavier e dos estudantes Kaio Lucas da Costa Limeira, Claiton Antonio Ribeiro, Samuel Melquiades Silva de Oliveira e Caio Oliveira.
Cerca de 50 profissionais da rede municipal de saúde prestaram atendimento no local do velório, entre médicos psiquiatras e clínicos gerais, psicólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e assistentes sociais.A prefeitura informou que, no fim da tarde de hoje, a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, em conjunto com o Conselho Tutelar, acompanhou e realizou atendimento técnico aos alunos menores de idade, que prestaram os primeiros depoimentos na Delegacia de Polícia Central de Suzano para o inquérito policial que investiga o caso.
Videoconferência
Para esta sexta-feira (15), está prevista a realização, pela Secretaria Municipal de Educação, de uma videoconferência com toda a equipe escolar para definir as ações que serão tomadas com os 26 mil alunos das escolas públicas municipais, a partir da próxima segunda-feira (18), com objetivo de conscientizar e combater a violência e o assédio moral, além de estabelecer uma cultura de paz.

Por: Agência Brasil

Corpos das vítimas do massacre em escola de Suzano são velados


Cinco estudantes (todos adolescentes) e três adultos, com idades entre 15 e 59 anos, foram mortos no ataque a tiros
Cinco adolescentes e três adultos morreram no massacre. Foto: Facebook/Reprodução
Já estão sendo veladas as vítimas do ataque a tiros na Escola Estadual Professor Raul Brasil, ocorrido nesta quarta-feira (13) em Suzano, São Paulo. Cinco estudantes (todos adolescentes) e três adultos, com idades entre 15 e 59 anos, foram mortos no massacre. Após matarem as vítimas, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, um dos atiradores, atirou em Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, e depois se matou.
Os atiradores foram primeiro em uma revendedora de carros usados, onde balearam o tio de Guilherme, Jorge Antonio de Moraes, dono do estabelecimento. Em seguida, foram até à escola, onde mataram mais cinco alunos, a coordenadora pedagógica e a inspetora da instituição de ensino. Outras 11 pessoas ficaram feridas.
Saiba quem são as vítimas:
Caio Oliveira, 15 anos, estudante
O aluno da Raul Brasil era fã de basquete e rap. Muitas fotos no seu Facebook mostravam cestas e bolas do esporte. Caio também se interessava por músicos como Emicida e Racionais MCs. Ele era tido como um adolescente estudioso e com muitos amigos.
Douglas Murilo Celestino, 16 anos, estudante
Chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do hospital. Foi o último a ser identificado. Ele levava no bolso o RG de João Victor Ramos Lemos, um dos feridos. Fã de futebol, curtia páginas como as de Ronaldinho Gaúcho e de diversos times europeus, como Real Madrid e Bayern de Munique. Era torcedor do Corinthians.
Samuel Melquiades Silva Oliveira, 16 anos, estudante
Religioso, frequentava a igreja e ajudava o pai nas pregações. Samuel curtia desenhos e também gostava de jogos de videogame como Pokémon, Sonic e Zelda.
Claiton Antonio Ribeiro, 17 anos, estudante
Aluno do 3º ano do Ensino Médio, Cleiton era um rapaz quieto e reservado, mas descrito também como muito gentil, e não tinha o hábito de usar redes sociais. Ele tinha ido ao cinema pela primeira vez na terça-feira (12), véspera do massacre.
Kaio Lucas da Costa Limeira, 15 anos, estudante
Muito ativo nas redes sociais, era fã de futebol e torcia pelo Santos. Uma de suas fotos no Facebook mostrava o adolescente em uma luta de jiu-jitsu.
Marilena Ferreira Vieira Umezo, 59 anos, funcionária da escola
A coordenadora pedagógica foi a primeira pessoa a ser morta pelos atiradores na escola. Muito querida, era engajada com os trabalhos da igreja que frequentava e também utilizava bastante as redes sociais. No seu Facebook, falava sobre temas como a reforma da Previdência e a Lava-Jato.
Eliana Regina de Oliveira Xavier, 38 anos, funcionária
Inspetora da escola, era bastante querida pelos alunos.
Jorge Antonio de Moraes, 51 anos, empresário
O dono da revendedora de carros usados JJV Veículos era tio de Guilherme, um dos atiradores. Foi o primeiro a ser morto, antes mesmo do sobrinho e Luiz Henrique irem até à escola. Jorge foi baleado por Guilherme no escritório da loja dele.

0P9

quarta-feira, 13 de março de 2019

Veja quem são as vítimas do massacre em escola de Suzano


Assassinos atiraram em alunos e funcionários da Escola Estadual Raul Brasil.
Assassinos encapuzados mataram oito pessoas na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, nesta quarta-feira (13). Os dois, que eram ex-alunos do colégio, se mataram. Os cinco estudantes assassinados tinham entre 15 e 17 anos de idade, de acordo com o secretário de Segurança Pública de São Paulo. Também foram mortos duas funcionárias do colégio e o proprietário de uma loja próximo ao local.
Veja, abaixo, a lista das vítimas:

Alunos
Caio Oliveira, 15 anos
Caio Oliveira, um dos mortos no massacre em Suzano — Foto: Foto: Redes sociais
Claiton Antônio Ribeiro, 17 anos: ele foi baleado e morreu na escola. Igor Ribeiro, colega de classe, viu o estudante ser baleado: "Eu e mais um corremos pro lado e um de nós ficou, aí ele levou dois tiros", conta Igor.
Douglas Murilo Celestino, 16 anos: socorrido ao Hospital de Clínicas Luzia Pinho de Melo, foi a óbito.
Douglas Murilo foi uma das vítimas do ataque na Escola Raul Brasil em Suzano — Foto: Arquivo Pessoal
Kaio Lucas da Costa Limeira, 15 anos
Kaio Lucas da Costa Limeira é um dos mortos do massacre em Suzano — Foto: Foto: Redes sociais
Samuel Melquíades Silva de Oliveira, 16 anos: frequentava a igreja com o pai. Segundo o tio, José Silva, o garoto ajudava o pai nas pregações da igreja Adventista do Sétimo dia. “Era um menino dinâmico e especial”, disse o tio.
Samuel Melquíades é uma das vítimas do massacre em Escola Estadual de Suzano. — Foto: Reprodução Facebook.
Funcionárias:
Marilena Ferreira Vieira Umezo, 59 anos: coordenadora pedagógica da escola. Era casada. Deixa filhos e netos. Foi a primeira pessoa a ser baleada na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (SP), na manhã desta quarta-feira. Dava aulas de filosofia para o Ensino Médio e foi promovida a coordenadora pedagógica recentemente.
Marilena Umezu foi uma das vítimas do massacre na Escola Estadual de Suzano — Foto: Foto do Facebook.
Eliana Regina de Oliveira Xavier, 38 anos: Era inspetora na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano.
Eliana Regina de Oliveira Xavier era inspetora na Escola Estadual Raul Brasil — Foto: Foto: Redes Sociais
Dono da loja de carros:
Jorge Antônio Moraes, 51 anos: comerciante, morto antes da entrada dos assassinos na escola; ele é tio de Guilherme, um dos assassinos.
Feridos:
Adna Bezerra, 16 anos: estável
Anderson Carrilho de Brito, 15 anos: estado grave
Beatriz Gonçalves, 15 anos: estável
Guilherme Ramos, 14 anos: passa por cirurgia
Jenifer Silva Cavalcanti: estado grave
José Vitor Ramos Lemos: atingido com machado.
Leonardo Martinez Santos: passará por cirurgia
Leonardo Vinicius Santana: estável
Leticia Melo Nunes: estável
Murilo Gomes Louro Benite: estável
Samuel Silva Felix
Assassinos:
Guilherme Tauci Monteiro ,17 anos
Luiz Henrique de Castro, 25 anos
Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, os assassinos de Suzano — Foto: Reprodução
Resumo
Ataque a escola em Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo, deixou cinco alunos e duas funcionárias mortas; os dois assassinos se mataram.
Os autores do crime são Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Henrique de Castro, de 25 anos, ex-alunos do colégio.
Antes de entrar na escola, os assassinos estiveram em uma loja de automóveis próximo ao colégio. O proprietário do estabelecimento, Jorge Antonio de Moraes, tio de Guilherme Taucci Monteiro, levou três tiros e morreu.
Há nove feridos, mas o estado de saúde não foi informado.
Ainda não se sabe o motivo do ataque e o vínculo dos autores com a escola.
Uma testemunha disse que viu um deles com arma de fogo e outro, com uma faca.
A PM encontrou no local um revólver 38, uma besta (um artefato com arco e flecha), objetos que parecem ser coquetéis molotov e uma mala com fios.
Os assassinos chegaram ao colégio alvo do ataque em um carro alugado.
Segundo o Censo Escolar de 2017, a instituição tem 358 alunos da segunda etapa do fundamental (6º ao 9º ano) e 693 estudantes do ensino médio. No local, também funciona um centro de idiomas.

G1

Vídeo mostra chegada de atiradores a escola de SP e, segundos depois, estudantes correm


Foto:Reprodução Atirador chegou a escola mascarado
Um vídeo de câmeras de segurança mostra o momento em que os atiradores da tragédia de Suzano, em São Paulo, chegam à porta da escola Raul Brasil, segundos antes de matar no mínimo 10 pessoas e ferir 23.
As imagens mostram quando um carro branco estaciona, o passageiro, que está de boné, jaqueta azul e máscara, abre a porta e fica por cerca de 30 segundos retirando objetos do veículo e conversando com o motorista.
Ele pega uma mochila, coloca nas costas e sai do carro deixando a porta aberta. O adolescente entra na escola e, pouco depois, o motorista o acompanha, também com uma mochila nas costas e objetos nas mãos.
Cerca de 20 segundos depois, estudantes começam a sair correndo do local.
Assista:

Polícia prende pai por obrigar filha de 14 anos a se prostituir no Maranhão


Segundo a polícia, Valdivan Ferreira de Assunção cobrava até R$ 10 para obter dinheiro para sustentar o próprio vício em crack.
Valdivan Ferreira de Assunção foi preso por suspeita de fazer a própria filha se prostituir para ele sustentar o vício em crack. — Foto: Divulgação/Polícia Civil
A Delegacia Especializada da Mulher de Rosário prendeu, na manhã desta terça-feira (12),  Valdivan Ferreira de Assunção, pela suposta prática de favorecimento da prostituição e exploração sexual de vulnerável. Valdivan é suspeito de obrigar a própria filha de 14 anos a se prostituir.
Pelo mesmo crime, a criança supostamente já havia sido explorada pela madrasta, sendo a suspeita presa em novembro no ano passado. De acordo com informações da polícia, a criança era obrigada a se prostituir pela quantia de R$ 10,00 para sustentar a dependência química do pai e madrasta.
Após sete tentativas de captura, o preso ofereceu grande resistência à prisão, sendo necessário a utilização da força necessária do Delegado Regional Murilo Tavares e policiais. O preso ficará à disposição da Justiça local.

Sobe para 10 número de mortos em ataque de atiradores a escola em Suzano e esquadrão antibombas é chamado


Tiros ocorreram na Escola Estadual Professor Raul Brasil, no Jardim Imperador, em Suzano.
Dois adolescentes encapuzados mataram a tiros oito pessoas e feriram ao menos 15 na Escola Estadual Raul Brasil, de Suzano (SP). Eles cometeram suicídio em seguida, segundo a polícia. Cinco dos mortos eram estudantes (quatro são meninos e uma é menina), outro era funcionário da escola. Já as outras duas pessoas mortas também teriam sido feridas na escola, mas não há informações sobre a sua identidade. O ataque ocorreu por volta das 9h30 desta quarta-feira (13). A polícia investiga a existência de uma possível bomba no local.
Dentro da escola, a polícia encontrou um arco e flecha e garrafas que aparentam ser coquetéis molotov. Há ainda uma mala com fios, e o esquadrão antibombas foi chamado. A instituição foi isolada pela polícia e há muitos alunos e funcionários chorando ao redor.
Os atiradores e as vítimas ainda não foram identificados. Os 17 feridos foram levados a hospital. Ainda não se sabe se os atiradores tinham vínculo com a escola ou qual seria o motivo do ataque.
Uma testemunha disse que viu um deles com arma de fogo e outro, com uma faca.
Houve outra ocorrência com arma de fogo perto da escola, antes do ataque, mas a PM ainda não sabe se há relação entre os casos. O governador e outras autoridades estão a caminho de Suzano e vão falar com a imprensa.
A capitão Cibele, da comunicação da PM, disse que pouco antes dos disparos na escola, a polícia foi chamada para outra ocorrência com arma de fogo, perto dali. “Mas ainda não podemos precisar se os casos estão relacionados. Policiais estavam indo para esse primeiro chamado e ouviram gritos das crianças. Foram então até a escola, onde os dois criminosos acabaram se matando”, disse.
O estudante Rosni Marcelo Grotliwed, de 15 anos, disse que o ataque ocorreu durante o intervalo e que um dos atiradores tinha uma arma e outro, uma faca.
“A gente estava na merenda e comendo normal e escutamos ‘três pipocos’ nisso tentamos correr para pular o muro do CEL. Os caras vieram atrás de nós e começou a matar muita gente. Mas o pente dele descarregou e foi na hora que a gente correu.”
Segundo ele, um dos garotos passou com faca ao seu lado, mas ele conseguiu desviar. “Fui para a diretoria e tinha muita gente morta no chão. Eles gritavam, mas eu não entendi o que era.”
“Meu amigo levou facada no ombro e outro levou um tiro. Fugi com um amigo para minha casa e voltei para buscar um amigo.”
Atendimento a vítimas
O Corpo de Bombeiros e equipes do Samu estão no local. Bombeiros de Mogi das Cruzes também foram chamados, às 9h50, para apoiar o atendimento. O helicóptero Águia, da PM, sobrevoa a escola. Toda a polícia de Suzano está mobilizada no caso.
O governador João Doria chegou à escola em um helicóptero, acompanhado do secretário Estadual de Educação, Rossieli Soares da Silva, do secretário de Segurança, general João Camilo Pires de Campos, e do comandante da PM, o coronel Salles. Todos vão falar com a imprensa no local.
Segundo o Censo Escolar de 2017, a instituição possui 358 alunos da segunda etapa do fundamental (6º ao 9º ano) e 693 estudantes do ensino médio.

PB Hoje

Amigo de um dos suspeitos de matar Marielle é preso com 117 fuzis em casa


Advogado diz que cliente não sabia do conteúdo de caixas que guardava.
Além dos dois suspeitos de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, há quase um ano no centro do Rio, um homem identificado como Alexandre Motta está detido na Delegacia de Homicídios. Ele foi preso em flagrante na Operação Lume, deflagrada nesta terça-feira (12), após terem sido encontradas em sua casa caixas com grande quantidade de armamento, incluindo peças para montar 117 fuzis do tipo M-16.
O advogado Leonardo da Luz, responsável pela defesa de Alexandre, disse que este não sabia o que havia dentro das caixas, que teriam sido mantidas lacradas. "Ele é amigo do [Ronnie] Lessa há anos e apenas lhe fez o favor de armazenar essa encomenda em seu apartamento. Ele não sabia do que se tratava. E foi uma surpresa para ele ver o que se encontrava dentro das caixas. Ele não tem nada a ver com esse episódio lamentável envolvendo a vereadora."
O policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, que foi expulso da corporação, foram presos preventivamente na Operação Lume. Eles foram apontados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) como participantes do assassinato de Marielle e Anderson. Lessa foi acusado de ser autor dos disparos e Élcio, de conduzir o veículo de onde partiram os tiros que atingiram a vereadora e o motorista.
A operação em que Lessa e Élcio foram presos ocorreu dois dias antes de o crime completar um ano. Além dos dois mandados de prisão, foram cumpridas 32 ordens de busca e apreensão, uma das quais no imóvel de Alexandre, na zona norte do Rio. "Ele me abraçou e chorou. Está impressionado e não sabe o que está fazendo aqui. De repente, ele está se vendo no meio dessa turbulência", disse o advogado.
Segundo Leonardo da Luz, Alexandre confiava em Lessa devido à relação de amizade entre ambos. "O Alexandre cuida do irmão dele [Lessa]. No caso, Alexandre tem a guarda do irmão dele, que tem uma deficiência mental infantil. Inclusive é pensionista do Estado", acrescentou .
Com a prisão foi em flagrante, Alexandre deve ser ouvido em 24 horas em uma audiência de custódia, onde o juiz avaliará se há necessidade de mantê-lo detido. A defesa vai pedir sua soltura, alegando que ele não tem antecedentes criminais, tem residência fixa e está trabalhando.
No caso de Lessa e Élcio, ainda não há informação sobre uma possível transferência para alguma unidade penitenciária. Segundo a defesa dos dois, eles dormem nesta terça-feira na Delegacia de Homicídios. De acordo com os advogados, o delegado deverá colher os depoimentos amanhã (13). Os advogados negam que os clientes tenham se recusado a falar e afirmam que ainda não tiveram acesso à denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro e ao registro de ocorrência das prisões.
Além das peças para montagem de 117 fuzis, com exceção dos canos, os agentes da Delegacia de Homicídios da Capital apreenderam 500 munições e três silenciadores, além de R$112 mil em dinheiro.
A Secretaria de Estado da Polícia Civil, informou ainda que foram encontrados R$ 50 mil na casa dos pais do policial reformado Ronnie Lessa e R$ 62 mil dentro do carro dele.
A Polícia Civil informou ainda que as apreensões fazem parte da Operação Lume, que cumpriu dois mandados de prisão contra o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, expulso da corporação; e 34 de busca e apreensão, resultado das investigações que apura a morte da vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.

Agência Brasil

Homem é preso após invadir casa e se masturbar na frente da vítima


Zenildo Mariano da Silva, conhecido como “Zé do Pão”, invadiu a casa da vítima, na Vila dos Milagres, no Ibura.
Um homem foi preso em flagrante por importunação sexual no Ibura, Zona Sul do Recife. Zenildo Mariano da Silva, conhecido como “Zé do Pão”, invadiu a casa da vítima, na Vila dos Milagres, tirou a roupa e começou a se masturbar na frente dela e do filho. A prisão dele ocorreu no final da tarde da segunda-feira (11).
Policiais civis da Delegacia do Ibura chegaram ao local após receberem uma denúncia anônima de uma possível tentativa de estupro. No momento do crime, a vítima estava sozinha em casa (um barraco feito de plástico) com seu filho pequeno, quando Zenildo, que é vizinho dela, arrancou um pedaço da parede, e começou a se masturbar.
Com medo, a vítima ficou calada, mas quando Zenildo tentou entrar no barraco para atacá-la, ela passou a falar sozinha em voz alta, fingindo que seu marido estava em casa. Nesse momento, o suspeito fugiu, deixando para trás dois facões. A vítima contou que uma vizinha viu quando ele estava no quintal da casa.
Ao chegar na delegacia, Zenildo ameaçou a vítima de morte na presença dos policiais e testemunhas. Ele possui vasta ficha criminal, e já foi condenado a 17 anos de prisão pelo crime de feminicídio. Zenildo foi autuado em flagrante por importunação sexual e ameaça. Zenildo irá passar por uma audiência de custódia. A pena máxima para o crime dessa natureza ultrapassa quatro anos.

OP9

Dupla invade escola, matam seis e cometem suicídio


Tiros ocorreram na Escola Estadual Professor Raul Brasil, no Jardim Imperador, em Suzano. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dos feridos.
Crime aconteceu em uma escola nesta manhã em Suzano Foto: Reprodução/Facebook
Ao menos seis pessoas foram mortas às 10h13 desta quarta-feira durante um tiroteio em uma escola de São Paulo na manhã desta quarta-feira (13). Cinco dos mortos são crianças. A sexta vítima é um funcionário do local. O ataque ocorreu na hora do intervalo na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano-SP.
Duas pessoas encapuzadas, uma delas vestindo preto, com uma balaclava estampada com uma caveira, e trajando um cinto com carregadores, invadiram o local e chegaram atirando. Professores reconheceram que os invasores eram adolescentes alunos da própria escola. Ele depois se mataram.
Equipes do Corpo de Bombeiros de Mogi das Cruzes já estão no local. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dos feridos. São cerca de mil alunos matriculados e 105 funcionários, segundo dados do Censo Escolar de 2017. A escola oferece turmas do 6º ano do ensino fundamental à 3ª série do Ensino Médio.
A professora Sandra Perez disse que por volta das 9h30, quando estavam no intervalo, ouviram os disparos. "Estava na sala de aula, na hora do intervalo. Pensei que fossem bombas, quando eu percebi que eram tiros fiquei lá. Só saí quando os policiais chegaram, 20 minutos depois", disse Sandra.
" Minha filha tem muitos amigos aqui. Estou chocada. Ela estudou aqui e muitos amigos estão me ligando", disse Derli Vilas, mãe de ex-aluna da escola.
“Meu amigo levou dois tiros. Tem 17 anos. Eu estou no terceiro ano. Estávamos no intervalo. Ouvi os tiros e vi pessoas correndo. Não se tem mais notícias dele”, disse chorando o aluno Matheus Mariano.
O governador João Doria assim que foi informado do ocorrido, cancelou toda sua agenda e se dirigiu ao local para acompanhar o trabalho de resgate e atendimento aos feridos.  Doria pediu apoio psicossocial, psicólogos, alimentação e ambulância no local para todas as vítimas e familiares.
Em nota, a Prefeitura de Suzano informou que o Pronto Socorro Municipal já recebeu crianças com ferimentos leves e os feridos com maior gravidade estão sendo encaminhados para o Hospital Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes, e o Hospital Santa Marcelina, em Itaquaquecetuba.  A gestão municipal disse ainda que está dando suporte com equipes de emergência, como Defesa Civil, Samu e Guarda Civil Municipal.
As ações relativas ao sepultamento das vítimas serão amparadas pela prefeitura de Suzano e governo do Estado.
*Mais informações em instantes
Com Estadão

sexta-feira, 8 de março de 2019

Mulher morre após ser estuprada pelo cunhado e queimada pelo namorado


Isabela Miranda de Oliveira tinha 19 anos e sofreu queimaduras em 80% do corpo. O caso aconteceu em Franco da Rocha, São Paulo.
Na semana do Dia Internacional da Mulher, mais um caso de feminicídio mostra que o caminho a ser percorrido ainda é bastante longo. Uma universitária morreu após ser estuprada pelo cunhado, espancada e queimada viva pelo namorado. Isabela Miranda de Oliveira tinha 19 anos e faleceu nesta quinta-feira (7). O caso aconteceu em Franco da Rocha, São Paulo.
Isabela passava o carnaval na cidade, e durante um churrasco participou de um jogo que envolvia tomar bebidas alcoólicas. Como não tinha o costume de ingerir álcool, a estudante passou mal e teve que ser levada para um quarto. Enquanto dormia, ela foi estuprada pelo próprio cunhado, noivo da irmã do namorado dela, Willian Felipe Alves, 21 anos.
Ao flagrar a cena e ver os dois nus, Willian se enfureceu e espancou Isabela com a ajuda da irmã dele. O cunhado da vítima também foi agredido. Outras pessoas que estavam no churrasco interferiram e resgataram a universitária. Ela foi trancada em um banheiro para se proteger da fúria do agressor, mas Willian colocou fogo em pedaços de plástico e colocou dentro do cômodo. Ao tentar sair do local, Isabela foi surpreendida por um colchão em chamas. Com 80% do corpo queimado, ela chegou a ser levada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Willian Felipe Alves foi preso em flagrante e responderá por feminicídio. O cunhado alegou não se lembrar do que aconteceu e responderá em liberdade pelo crime de estupro, mas em liberdade. Foi solicitada pericia no local e duas facas foram apreendidas. O caso foi registrado como lesão corporal e tentativa de homicídio qualificado na delegacia de Franco da Rocha. O crime gerou indignação nas redes sociais. No Facebook de Isabela, os internautas lotaram as postagens da universitária com comentários pedindo justiça.
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domingo, 24 de fevereiro de 2019

Quatro suspeitos de assalto a bancos morrem em confronto com a polícia, em Arapiraca


Outros três suspeitos foram presos em Maceió durante roubo a agência bancária.
Operação aconteceu na madrugada deste domingo (24) em Arapiraca e Maceió Josival Meneses/7Segundos
Na madrugada deste domingo (24) quatro homens suspeitos de participar de uma quadrilha de assalto a bancos foram mortos durante uma ação policial no sítio Lagoa Nova, em Arapiraca. Outros três suspeitos de participar da mesma quadrilha foram presos em Maceió. A ação faz parte de uma operação da  Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic). 
Durante a ação policial, parte do bando, em Arapiraca, tentou arrombar uma agência dos Correios. Suspeitos e policiais teriam entrado em confronto e quatro deles, que ainda não foram identificados foram mortos.
Já na capital, a quadrilha invadiu a agência do Banco Santander localizada na Avenida Álvaro Otacílio, em Ponta Verde. Os criminosos invadiram o local sem usar explosivos e arrombaram o cofre do banco. Antes da fuga, os criminosos foram surpreendidos pelos policias que estavam monitorando a ação e foram presos.
Nesta segunda (25) às 11h, na Secretaria de Segurança Pública (SSP) os delegados da Deic vão conceder entrevista coletiva para informar detalhes da operação.

7 Segundos
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Chefe da facção criminosa Comando Vermelho é preso na Paraíba


O suspeito morava em um bairro nobre de João Pessoa. Foto: Divulgação/Polícia Civil
Um dos principais chefes da facção criminosa Comando Vermelho, do Rio de Janeiro, foi preso na sexta-feira (22), no bairro de Tambaú, em João Pessoa. Luiz Cláudio Sant’anna, conhecido como Lico, possuía mais de 42 anotações criminais e foi condenado a 141 anos de prisão por crimes de homicídio e tráfico de drogas. Ele explorava pontos de vendas de drogas em comunidades de Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
De acordo com a polícia, na Paraíba o suspeito vivia tranquilamente pintando e vendendo quadros a óleo. Ele utilizava o nome Luiz Águia, o qual também era usado para assinar suas obras artísticas. Lico não acreditava que seria preso e estava sempre pela orla curtindo banhos de praia. Mesmo morando em João Pessoa, o suspeito continuou a comandar o tráfico de drogas em Niterói, segundo a polícia.
A prisão de Luiz Cláudio foi realizada por policiais civis da Paraíba, como também por policiais civis da 77ª DP (Icaraí), delegacia da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Do OP9
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sábado, 23 de fevereiro de 2019

Preso suspeito de estuprar sobrinha de 9 anos e outra menina de 12


David José da Silva, de 37 anos, foi detido no cumprimento de um mandado de prisão
David José da Silva, suspeito de estupro de vulnerável. Foto: PCPE/Divulgação
Um homem suspeito de estupro de vulnerável foi preso no cumprimento de um mandado de prisão, em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de Pernambuco, nesta sexta-feira (22). David José da Silva, de 37 anos, é suspeito de abusar sexualmente de uma sobrinha, que tem nove anos, e uma outra menina de 12 anos.
O mandado de prisão foi expedido pela 1ª Vara Criminal de Vitória de Santo Antão e a prisão foi feita sob a coordenação da delegada Danúbia Andrade.
Após a autuação, o suspeito foi encaminhado para o Presídio de Vitória.

OP9
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Beatriz Segall deixa carro e dinheiro de herança para motorista


Adilson Ricardo Leite, que trabalhou com a atriz por pelo menos 15 anos, receberá um carro zero e uma quantia em dinheiro, a ser determinada pelos três filhos de Beatriz
Beatriz Segall. Foto: Divulgação
Se na ficção Beatriz Segall ficou marcada pela icônica Odete Roitmann, maior vilã da televisão brasileira, na vida real a atriz mostrou que tinha um coração de ouro. Beatriz, que morreu em setembro do ano passado aos 92 anos, deixou uma parte da herança dela para o motorista, Adilson Ricardo Leite. A informação é da coluna Olá, do jornal Agora S. Paulo desta sexta-feira (22).
Adilson, que trabalhou com a atriz por pelo menos 15 anos, receberá um carro zero e uma quantia em dinheiro, a ser determinada pelos três filhos de Beatriz. Além dos três e de Anderson, outros dois amigos também são citados como herdeiros.
Beatriz Segall morreu no dia 5 de setembro de 2018. Dona de uma vasta carreira na TV e no teatro, ficou marcada principalmente por interpretar Odete Roitman, vilã de Vale Tudo, novela exibida no horário nobre da Rede Globo há 30 anos. Em 2004, a personagem foi eleita a maior vilã da TV brasileira em enquete realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo, levando quase um terço dos votos.

OP9

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Jovem morre após sofrer queimaduras em acidente com churrasqueira em MT


Ela estava internada no Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC) e o acidente ocorreu no dia 17 de janeiro. Marido tentou colocar álcool na churrasqueira e ocorreu uma explosão que atingiu a jovem.
Evelin Caroline Cruz dos Santos morre no PSMC — Foto: Facebook/Reprodução
Uma jovem morreu nessa quarta-feira (20) depois de sofrer queimaduras de primeiro e segundo grau causadas em um acidente com uma churrasqueira em Comodoro, a 677 km de Cuiabá. O marido dela tentou colocar álcool na churrasqueira e ocorreu uma explosão que atingiu a jovem.
Evelin Caroline Cruz dos Santos, de 23 anos, estava internada no Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC) desde o dia 1º de fevereiro. O acidente ocorreu no dia 17 de janeiro.
O corpo da jovem foi liberado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá.
Segundo a DHPP, Caroline foi transferida de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do PSMC.
Evelin Caroline Cruz dos Santos morreu no Pronto-Socorro de Cuiabá — Foto: Facebook/Reprodução
Caroline sofreu o acidente quando estava perto de uma churrasqueira, do modelo de disco, na companhia do marido dela.
A família da vítima, que é natural de Vilhena, Rondônia, disse que Caroline comentou que o marido manuseava um recipiente com álcool quando aconteceu o acidente.
Ela estava sentada ao lado da churrasqueira e o marido foi colocar mais álcool na churrasqueira. O marido dela não teria visto a altura do fogo e recipiente explodiu assim que ele colocou o produto.
Caroline foi atingida pelo álcool e pelas chamas. Inicialmente ela foi levada às pressas para um hospital em Comodoro. Depois, foi transferida para Cáceres e posteriormente para a capital mato-grossense, onde desde então estava internada.
O corpo da jovem foi transladado para Rondônia. O velório está previsto para começar ao meio-dia desta quinta-feira (21) na Câmara de Vereadores de Colorado do Oeste.
O sepultamento está previsto para às 17h no cemitério municipal.

G1
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Jovem usa redes sociais para denunciar padrasto por tortura e estupro


Moradora de Camaçari denunciou caso à Polícia Civil. Mãe prestou depoimento e confirmou relato da vítima; suspeito foi preso e nega acusações.
Uma jovem de 21 anos que mora no município de Camaçari, na região metropolitana de Salvador, usou as redes sociais para denunciar que ela e a mãe foram violentadas e torturadas durante anos pelo padrasto. O homem foi preso no dia 13 de fevereiro e, segundo a Polícia Civil, nega as acusações.
Eva Luana da Silva relatou em cinco posts no Instagram que o "caos" teve início quando ela estava com 12 anos. Ela conta que a mãe era constantemente vítima do companheiro e que, depois, passou a ser alvo dele também.
"Minha mãe era agredida, abusada, violada e torturada quase todos os dias. Meu padrasto era obsessivo e ciumento com ela. Resumindo de uma maneira geral, ela era agredida com chutes, joelhadas, objetos. Era abusada sexualmente de todas as formas possíveis. Era obrigada a tomar bebidas até vomitar e quando vomitava tinha que tomar o próprio vômito como castigo. Ele começou a me abusar sexualmente. Eu tinha nojo, repulsa, ódio e não entendia porque aquilo acontecia comigo. Me sentia uma criança estranha e diferente das outras", contou a jovem.
A delegada Florisbela Rodrigues, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Camaçari, disse que a jovem prestou depoimento no dia 30 de janeiro. A mãe dela também falou com a polícia e confirmou as denúncias da filha.
"Minha mãe apanhou tanto que teve um parto prematuro, meu irmão morreu depois de 6 dias de nascido. Quando ela estava grávida dele, levou diversos chutes e joelhadas na barriga. Ele não queria mais um filho", diz trecho de uma das postagens.
Ainda no Instagram, Eva diz que está sob proteção judicial. Após as postagens, recebeu várias mensagens de apoio nas redes sociais, entre elas da atriz Kéfera Buchmann.
Além de mandar mensagem para Eva perguntando como estava, Kéfera fez posts em seu perfil no Instagram para falar sobre o caso.
"A história dela é seríssima. Vou postar tudo aqui pra vocês, mas acho que vocês têm que ir no perfil dela pra conhecer e ler melhor e ver todas as fotos. Ela sofreu anos de abuso dentro da casa dela", disse.
Tortura
Em um dos posts, ela diz que denunciou o caso uma vez, quando tinha 13 anos, mas que não deu em nada e ela foi obrigada a retirar a queixa por conta de ameaças do suspeito.
"Quando eu fiz 13 anos, denunciei. Nessa denúncia, eu tinha certeza que seria salva por todos. Mas não foi isso que aconteceu. O Estado falhou a tal ponto, que o meu caso não chegou nem ao Ministério Público. Fui obrigada a retirar a queixa por ameaças do meu padrasto. Ele utilizou o poder financeiro pra comprar a liberdade e comprar a minha alma. Porque ali eu perdi a minha alma. E o que eu fui denunciar, 1 ano de sofrimento, se multiplicou em mais 8 anos", relatou.
Após a tentativa frustrada de levar o padrasto para a cadeia, a jovem disse que os abusos, torturas e agressões aumentaram.
"Eu não tive mais vida social. Tudo era uma farsa. Ele nos obrigava a fingir que tínhamos uma família perfeita. As agressões eram verbais, físicas e psicológicas. Entre elas comer muito, em tempo estipulado. Isso aconteceu com uma pizza família, pra comer inteira em 10 minutos. Óbvio que não conseguimos. Também tomar 2 litros de refrigerante nesses 10 minutos. Eu levei socos no rosto, e ele não me deixava me proteger com a mão. Chutes até cair no chão e, de quatro, ele enfiou as pizzas na minha boca, me chamando de animal. Eu vomitei e comi meu próprio vômito. Meu gato comeu um pedaço e lambeu outro, ele me obrigou a comer o que ele havia lambido", destacou.
A jovem ainda relatou que era obrigada a fazer trabalhos de faculdade para o padrasto. "Se eu não fizesse perfeito, eu pagava o preço. Eu também respondia todas as provas da faculdade, era obrigada a sair mais cedo da minha aula pra responder às provas dele pelo celular. Existiam castigos e punições pra tudo. Até mesmo se eu não pagasse uma conta no banco que estava super lotado, mesmo tendo horários no trabalho ou estágio".
A jovem conta que tinha o celular vistoriado todos os dias.
"Ele desinstalava o WhatsApp e reinstalava novamente pra poder recuperar as conversas apagadas. Eu não podia namorar. Eu não podia sair com meus amigos, não tinha vínculo social com ninguém. Todos os vínculos eram vigiados e ele sempre respondia pessoas como se fosse eu. Todas as minhas senhas no celular, redes sociais e Gmail eram monitoradas por ele. Me vigiava na porta da sala da faculdade. Todos percebiam e me viam chorando".
"Ele me agredia nos estupros, mas depois de um tempo, só utilizou das ameaças contra a minha família. Eu era usada como um lixo. Já abortei diversas vezes. Nunca pude ir ao médico pra fazer curetagem. Todas as vezes sangrava e passava mal a noite inteira. Já vi os bebês inteiros no vaso sanitário. Eu era chamada de burra, anta, doente, demente todos os dias, e era obrigada a repetir isso pra mim mesma", relata a jovem.
"Eu já saí pelada na rua de madrugada, e ele dizia que era para eu ser estuprada por homens. Ele tirava fotos minhas com o meu celular e enviava pra ele mesmo, pra fingir que era eu, criava conversas nojentas com ele mesmo".
"Ele é um monstro. Perdi minha infância e adolescência. Me sentia um lixo por não ter forças pra pedir ajuda e por sentir tanto medo", afirmou.
A jovem ainda relata nos posts que decidiu novamente denunciar o padrasto e pedir ajuda porque "ou ele mataria ou eu me mataria. Tentei me suicidar várias vezes com cortes e remédios. Eu contei a verdade pois não aguentava mais".
No fim da denúncia, a jovem faz um apelo ao Estado. "Eu sou apaixonada pela vida e pela liberdade, eu pulei fases, pulei etapas, não tive adolescência, nem infância... Ele não pode sair impune, a justiça tem que ser feita o quanto antes. Estado, não falhe comigo novamente".
Em nota, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) informou que ofereceu denúncia contra o suspeito no dia 11 de fevereiro, por todos os crimes narrados pela vítima. O MP afirmou que recebeu o inquérito da Delegacia de Atendimento à Mulher de Camaçari, no dia 7 de fevereiro, e ouviu a vítima no dia seguinte.
O Ministério Público informou também que solicitou medida de busca e apreensão de provas contra o suspeito, que cumprida no mesmo dia da prisão dele. A promotora de Justiça Anna Karina Senna, substituta na 10ª Promotoria de Justiça de Camaçari, e outras cinco promotoras de Justiça foram designadas para atuar na análise do inquérito. O processo penal está em segredo de justiça por força de lei, informou o MP-BA.




{1} respira ♡ / a todos que me ajudaram até aqui,  seja no "desaparecimento" ou agora,  com os fatos verdadeiros, a minha eterna gratidão.  Aos meus amigos de infância, que eu fui obrigada a abandonar um por um, preciso pedir perdão.  Não vou citar nomes, mas quem está firme comigo sabe, eu vou retribuir com todo o meu amor e relembrar até a minha velhice. / Meu caos teve início quando eu tinha 12 anos, minha mãe era agredida,abusada,violada e torturada quase todos os dias. Meu padrasto era obsessivo e ciumento com ela. Resumindo de uma maneira geral, ela era agredida com chutes, joelhadas, objetos.. Era abusada sexualmente de todas as formas possíveis.  Era obrigada a tomar bebidas até vomitar e quando vomitava tinha que tomar o próprio vômito como castigo. Ele começou a me abusar sexualmente.  Eu tinha nojo, repulsa, ódio e não entendia porque aquilo acontecia comigo.  Me sentia uma criança estranha e diferente das outras. Achava que aquilo só acontecia comigo. Eu tentei por diversas vezes ir para a casa da minha avó, mas ele sempre ligava ameaçando todos, dizendo que iria matar e fazer várias coisas assim. Então era uma prisão sem grade, literalmente. Quando eu fiz 13 anos denunciei. Nessa denúncia eu tinha certeza que seria salva por todos.  Mas não foi isso que aconteceu.  O Estado falhou a tal ponto que o meu caso não chegou nem ao Ministério público.  Fui obrigada a retirar a queixa por ameaças do meu padrasto.  Ele utilizou o poder financeiro pra comprar a liberdade e comprar a minha alma. Porque ali eu perdi a minha alma. E o que eu fui denunciar,  1 ano de sofrimento, se multiplicou em mais 8 anos. Desde então os abusos, torturas e todo tipo de agressão foram aumentando dia após dia, ano após ano. Eu não tive mais vida social. Tudo era uma farsa. Ele nos obrigava a fingir que tínhamos uma família perfeita.  As agressões eram verbais, físicas e psicológicas.  Entre elas  comer muito, em tempo estipulado, isso aconteceu com uma pizza família,  pra comer inteira em 10 minutos.  Óbvio que não conseguimos.Tb tomar 2 litros de refrigerante nesses 10 minutos.. eu levei socos no rosto e ele não me deixava me proteger com a mão. Chutes até cair no chão
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G1
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Polícia prende acusados de tentar assaltar banco e metralhar viaturas em Castelo do Piauí


Na madrugada desta quinta-feira (21/02), a Secretaria Estadual de Segurança Pública, através do Grupo de Repreensão ao Crime Organizado (GRECO), Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, Divisão de Operações Especiais (DOE) e do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), realizaram a prisão dos envolvidos na tentativa de assalto a uma agência bancária da cidade de Castelo do Piauí no último dia 19 de fevereiro. 
Também foram apreendidos um forte armamento com a quadrilha. Na ação, eles metralharam duas viaturas da PM que estavam estacionadas na frente do Grupamento da Polícia Militar. 
De acordo com o delegado Thales Gomes, até o momento dez pessoas foram presas, mas esse número pode aumentar. 
“São várias forças policiais envolvidas, policiais do BOPE, Greco, Divisão de Operações Especiais, Diretoria de Inteligência. Nós já temos dez capturados e estamos procedendo as oitivas para saber quais serão autuados e por quais crimes. Temos policiais em campo fazendo diligências, apreendendo mais armamentos e ainda tem mais prisões para serem feitas”, afirmou.
Ainda segundo o delegado, os criminosos são naturais de vários Estados. “Tem uns que são do Maranhão, Bahia, Pernambuco, alguns de Teresina e de Castelo do Piauí. Eles foram presos em vários bairros de Teresina. E com eles apreendido esse vasto armamento. Foi uma grande operação, várias equipes permaneceram no local durante todo esse tempo, fazendo investigações na cidade e conseguimos êxito”, declarou.
Meio Norte
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Presidiário que foi eleito vereador em Catolé do Rocha-PB é absolvido por júri popular


Ubiraci Rocha, eleito vereador da cidade de Catolé do Rocha no ano de 2016 mesmo estando preso, foi absolvido de suas acusações por um júri popular nesta quarta-feira (20). Ele foi levado a júri em Campina Grande com a acusação de ser o mandante do homicídio de Daniel dos Santos Paiva, em janeiro de 2016.
A acusação foi considerada improcedente justamente pela falta de provas. O júri determinou o arquivamento dos autos, além da expedição do alvará de soltura.
Bira Rocha, como é mais conhecido, estava preso desde o mês de maio de 2016 no Presídio Padrão Manoel Gomes, em Catolé do Rocha. Mesmo recluso, ele lançou sua candidatura a vereador da cidade e acabou eleito após receber 948 votos. Ele foi o sexto mais votado.
No dia da eleição, Bira Rocha foi liberado para comparecer ao seu local de votação e depositar seu voto na urna. Para isso, foi escoltado do presídio até o seu local de votação.
Mesmo com seguindo número suficiente de votos para assumir uma cadeira na Câmara de Vereadores de Catolé do Rocha, ele foi impedido de tomar posse e acabou renunciando ao cargo.

PB Hoje
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Mulher fica cega e perde rins após tomar vodka falsificada na balada


Hannah Powell estava se sentindo exausta e não parava de vomitar após uma noite de balada.
Foto/Reprodução
Hannah Powell estava se sentindo exausta e não parava de vomitar após uma noite de balada com amigos em Zakynthos, na Grécia, em agosto de 2016.
Mas não eram apenas sinais de uma ressaca. A jovem de 23 anos tinha bebido vodca misturada com metanol, também conhecido como álcool metílico. Ela diz que não sabia que a substância perigosa havia sido misturada à bebida.
Os rins de Hannah entraram em colapso e ela ficou cega. Só percebeu que havia algo errado quando acordou no seu quarto de hotel achando que as luzes estavam apagadas.
"Eu sugeri que abríssemos a cortina e meus amigos disseram que elas já estavam abertas, mas eu não percebi na hora o que estava acontecendo", disse a jovem à BBC.
"Eu pensei que eles estivessem brincando, então levantei para acender as luzes. Foi aí que eu comecei a entrar em pânico, porque foi quando percebi que as luzes estavam acesas e que eu não conseguia enxergar nada."
Hannah, da cidade britânica de Middlesbrough, foi levada ao hospital da ilha de Zakynthos antes de ser transferida para uma ilha maior da Grécia.
Ela estava tão confusa e delirante que pensou estar sendo sequestrada.
"Eu não entendia porque não conseguia enxergar. Eu pensei que fosse alguma coisa (tampando) meu olho ou na minha cabeça. Lembrava remotamente de falar com meu pai ao telefone", conta.
"Eu me lembro de esconder meu telefone nas axilas, pensando que fossem tirá-lo de mim."
Exames feitos no hospital confirmaram que Hannah havia ingerido metanol. Haviam servido a ela, num bar, vodca falsificada, misturada à substância tóxica.
Os amigos, que tinham bebido a mesma coisa, chegaram a passar mal e sentir dores no estômago, mas os sintomas passaram.
"Aparentemente, gangues fazem as vodcas clandestinamente e vendem aos bares por preços mais baratos. E os bares abastecem seu estoque com essas bebidas", explica Hannah.
"Então, se você é um consumidor, acha que está comprando vodca Smirnoff, mas não é. Eles colocam os líquidos em garrafas verdadeiras de Smirnoff."
Hannah voltou para casa semanas depois e teve que se ajustar à nova vida, sem visão. Os rins também pararam de funcionar e ela teve que passar 18 meses fazendo hemodiálise, até receber um órgão doado pela mãe.
Hannah conta que, no início, via tudo "completamente preto". Depois de um tempo, passou a enxergar tudo "muito embaçado". A jovem diz que se esforça para fazer as coisas sozinha e que espera receber um cão-guia para ganhar maior independência.
"Eu costumava acordar tendo esquecido que tinha perdido a visão. Ia me arrumar e percebia que não conseguia achar minha maquiagem, meu alisador de cabelos. Eu abria uma paleta de sombras de olho e o conteúdo parecia todo preto, sendo que estava cheio de sombras de cores diferentes", diz.
Até ações trivais – como fazer uma xícara de chá - ganharam novos contornos, e ela diz constantemente tropeçar em degraus e ter dificuldades em encontrar coisas.
Passaram-se três anos desde as férias na ilha grega que mudaram a vida de Hannah. Até agora, ninguém foi responsabilizado pelo que ocorreu.
A jovem diz que álcool falsificado possivelmente ainda é amplamente vendido em locais turísticos, como Zakynthos.
"Eu já não esperava que fossem punidos, mas acho que alguém deveria. Ou o bar sabia que tinha álcool manipulado ou alguém fez essa mistura. De qualquer forma, eu não tive nada a ver com isso. Eu nunca teria bebido se soubesse."
Hannah afirma que está determinada a viver uma vida normal desde que perdeu a visão. Ela vai à academia e ao cinema. Faz compras e celebra o aniversário dos amigos como fazia antes.

BBC
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