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domingo, 4 de março de 2018

Estudante de direito é preso suspeito de matar mulher encontrada dentro de uma mala em Aparecida de Goiânia



Estudante de Direito negou o crime e disse não conhecer a vítima, mas foi filmado andando de mãos dadas com ela em um supermercado.
Polícia possui 15 minutos de filmagens em que suspeito passeava com a vítima em um supermercado; Ele nega ter conhecido a mulher. (Foto: reprodução/internet)
A Polícia Civil identificou e prendeu temporariamente o suspeito de matar uma mulher e abandonar o corpo dentro de uma mala no final do mês passado em Aparecida de Goiânia. Estudante do quarto período do curso de Direito, Ubiratan Guilherme Digues de Lima, de 35 anos, negou o crime e disse não conhecer a vítima, embora tenha sido filmado andando de mãos dadas com ela em um supermercado.
Adriana Nunes de Sousa, de 24 anos, foi encontrada morta dentro de uma mala no último dia 23, em um córrego que divide as vilas São Joaquim e  Santos Dumont, em Aparecida de Goiânia. A princípio, peritos revelaram que a vítima, que era do Piauí, morava sozinha em Goiânia e havia sido morta por estrangulamento.
Após analisar imagens de câmeras de segurança e ouvir algumas testemunhas, equipes do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH), de Aparecida de Goiânia, descobriram que Ubiratan Guilherme mantinha um relacionamento amoroso com a vítima. No final da tarde de sexta-feira (2), o suspeito foi preso em um prédio no Setor Bueno, em Goiânia, onde trabalhava como porteiro.
Ao ser interrogado, Ubiratan Guilherme negou o crime, e disse que sequer conhecida Adriana Nunes. “Além do relato de testemunhas, que contaram ter visto o Ubiratan buscando Adriana várias vezes na casa de uma amiga, nós temos mais de 15 minutos de filmagens dele passeando com ela em um supermercado na Vila Brasília. Além disso, há outras evidências, como uma mala com roupas da Adriana que foi encontrada jogada em uma mata bem perto da casa do Ubiratan, no Setor Santo Antônio”, relatou o delegado Klayter Camilo, adjunto do GIH de Aparecida de Goiânia.
A suspeita do delegado é de que o crime tenha ocorrido por motivação passional. Klayter Camilo relatou ainda que solicitará ao Judiciário, na semana que vem, a conversão de prisão temporária para preventiva.
Na época, uma pessoa que passava pelo local estranhou a presença do objeto e ligou para a polícia (Foto: reprodução)
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