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domingo, 11 de março de 2018

Preso por matar pai e mãe a facadas em MT alega problemas mentais



Adriano Alves Manoel, assassinou o pai investigador aposentado Noraíde Manoel Morais, e a mãe Elza Alves Manoel no rancho do casal e depois mentiu que estava pescando.
O assassino teve prisão preventiva decretada no Fórum de Porto Esperidião.
O preso Adriano Alves Manoel, 33 anos, confessou ser usuário de crack, maconha, cocaína e álcool, além de alegar ter problemas mentais durante audiência de custódia realizada na última quarta-feira (7).
Adriano foi preso pela Polícia Civil após assassinar os o pai, policial civil aposentado, Noraíde Manoel Morais, de 64 anos, e a mãe Elza Alves Manoel, de 63 anos, no rancho do casal – localizado próximo ao Rio Jauru, no município de Glória D’Oeste (300 km à Oeste de Cuiabá).  O crime aconteceu na segunda-feira (5).
Ao ser questionado quais problemas mentais teria, Adriano não soube informar, dizendo apenas que precisava de um psiquiatra.
Ele teve a prisão preventiva mantida pela juíza Lílian Bartolazzi Bianchini. Na decisão, ela salientou a alta periculosidade dele, que também confessou ter passagens pela Justiça pelo crime de tortura.
Conforme a Polícia Civil, ele deu 12 facadas no pai após discussão e três facadas na mãe, que tentou intervir nas agressões.
As investigações também comprovaram que ele mudou toda a cena do crime, destruindo provas e, inclusive, jogando a faca usada para matar os pais no rio. Na volta, ele pegouo casal, colocou na caminhonete e levou para o Posto de Saúde da Família (PSF), porém, eles não resistiram aos ferimentos.
Inicialmente, Adriano havia dito aos policiais que estava pescando e encontrou os pais feridos ao retornar para o rancho do casal.
“Tudo indica que o suspeito tenha inclusive escondido as armas (de posse legal do pai) para dificultar provável reação da vítima. Foram realizados exames periciais que serão confrontados com todo o material já levantado pela equipe da Polícia Civil”, explica o delegado Gutemberg, que representou pela conversão do flagrante em prisão temporária.
Após ter a prisão decretada, Adriano foi transferido para a Cadeia Pública de Pontes e Lacerda.

Repórter MT

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