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domingo, 8 de julho de 2018

Gebran Neto determina que Lula não seja solto



Desembargador é o relator do processo do ex-presidente

O desembargador João Pedro Gebran Neto decidiu que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não possa ser solto. Gebran determinou que a Polícia Federal não cumpra nenhuma decisão que modifique seu despacho anterior e que os autos do processo retornem imediatamente ao seu gabinete.
Decisão de soltura foi determinada por Rogério Favreto, desembargador filiado ao PT de 1991 a 2010; Moro diz que juiz é ‘incompetente’ no caso e recusa soltar petista.
O desembargador Rogério Favreto, plantonista do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), de Porto Alegre,segunda instância da Justiça Federal na Região Sul, concedeu habeas corpus neste domingo, 8, para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja solto. O juiz Sergio Moro enviou despacho à Polícia Federal para que a corporação aguarde um posicionamento do relator oficial do caso, João Pedro Gebran Neto, antes de cumprir a ordem. Favreto já respondeu o juiz determinou o cumprimento “imediato” da sua decisão.
O plantonista tem perfil polêmico, como mostra o Radar: ele foi filiado ao PT entre 1991 e 2010 e é crítico ao trabalho de Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância. Lula está preso para cumprir a sentença de doze anos e um mês a que foi imposto, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na posse oculta e reforma pela empreiteira OAS de um apartamento tríplex, no Guarujá, litoral de São Paulo.
Entenda a guerra de decisões.
Na manhã deste domingo, 8, o desembargador Rogério Favreto, de plantão no TRF4, decidiu soltar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atendendo a um pedido da defesa. Na sequência, o juiz Sergio Moro, responsável pelo processo em primeira instância, expediu um despacho à Polícia Federal, determinando que a corporação aguardasse uma manifestação do relator original do caso, o desembargador João Pedro Gebran Neto. Em resposta, Rogério Favreto, que por ser desembargador está acima hierarquicamente do juiz Moro, voltou a determinar o cumprimento da sua decisão, com a imediata soltura do ex-presidente Lula. Leia mais. Até que haja uma nova decisão, da presidência do TRF4.




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