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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Integrante do PCC foragido na Paraíba é preso em Caruaru



Edson Gomes da Silva, conhecido como Tchoka, morava no mesmo prédio em que outro integrante do mesmo grupo criminoso foi preso na semana passada
Edson tem 35 anos e era o responsável por facilitar a circulação de drogas entre os estados da Paraíba e Rio Grande Norte. O suspeito é membro da facção Okaida, que possui ligação com o PCC. Foto: PF/Divulgação
Mais um integrante do Primeiro Comando do Capital (PCC) foi preso em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Edson Gomes da Silva, conhecido como Tchoka, morava no mesmo prédio onde Renato Carvalho de Azevedo, o Fuzil, foi preso no dia 18 . A prisão de Edson ocorreu três dias depois. Ele era procurado desde setembro, quando escapou do Presídio de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes – PB1, em João Pessoa. Na ocasião, 105 presos fugiram da unidade.
Após a prisão de Renato, a Polícia Federal de Pernambuco e o 4º Batalhão de Polícia Militar de Caruaru descobriram que Edson também estava se escondendo no local. Na cidade, o foragido se apresentava como Handerson Mendonça de Aquino e usava um documento de identidade falso. No apartamento onde ele morava, a polícia apreendeu um revólver calibre 38 sem registro com várias munições e um veículo de luxo com placas de Camaragibe, município da Região Metropolitana do Recife (RMR).
Edson, de 35 anos, era responsável por facilitar a circulação de drogas traficadas pelo PCC entre os estados da Paraíba e Rio Grande Norte. O suspeito é membro da facção Okaida, que possui ligação com o grupo criminoso. No dia 9 de setembro deste ano, ele fugiu do presídio PB1, em uma ação em que houve o emprego de explosivos e metralhadoras pelos criminosos. 
Não é a primeira vez que ele escapa da polícia. Em novembro de 2009, Edson foi resgatado da delegacia de São José do Mipibu, em Natal.
O suspeito foi encontrado internado em um hospital de Caruaru. Ao ser abordado pelos agentes, Edson disse se chamar Handerson e ser o proprietário do veículo na garagem do apartamento onde residia. 
Quando foi comprovada a falsidade dos documentos, ele se recusou a informar a sua verdadeira identidade e foi preso. 
Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de organização criminosa, posse irregular de armas de fogo e lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Caso seja condenado por mais esses crimes, ele poderá ser condenado a uma pena de 3 a 20 anos de prisão.
Relembre a fuga na Paraíba
Um grupo de 105 detentos fugiu da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes (Presídio PB1) na madrugada do dia 9 de setembro. Os fugitivos escaparam da unidade, instalada no bairro de Jacarapé, Zona Sul de João Pessoa, durante um plano de fuga executado com a ajuda de fuzis e explosivos.
Segundo a polícia, os criminosos chegaram em quatro carros e atiraram contra a guarita do presídio, o alojamento e o portão principal da unidade, arrombado com a detonação de explosivos. A Polícia Civil relatou que a ação tinha como objetivo possibilitar a fuga de quatro homens presos no início de agosto em Lucena após explodirem um carro-forte na BR-230.

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